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  • Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake tem novo trailer revelado com detalhes de gameplay, gráficos, vozes e masmorras e vilas inéditas

    Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake tem novo trailer revelado com detalhes de gameplay, gráficos, vozes e masmorras e vilas inéditas

    Jogo será lançado em 30 de outubro

    Os fãs de Dragon Quest tiveram uma amostra do que jogarão em Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake no novo trailer lançado nesta quinta-feira (31). A nova prévia do jogo revela as vozes dos personagens, locais inéditos que não estavam presentes na obra original, além dos visuais completamente retrabalhados em HD-2D.

    No trailer, podemos ver a gameplay de ambos os jogos e em ambos ouvimos as vozes inéditas dos personagens, além dos belos locais que compõem a aventura do nosso herói. Um dos grandes destaques do remake será a inclusão de novos cenários na trama, como novas cidades e vilarejos. Além disso, toda a trilha sonora foi retrabalhada e regravada com uma orquestra.

    Os jogadores que já jogaram Dragon Quest 3 HD-2D Remake e possuem dados salvos do game podem obter recompensas únicas no jogo.

    Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake será lançado em 30 de outubro de 2025 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (via Steam e Windows Store), Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.

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  • Mercado de técnicos e mais novidades da Carreira de EA Sports FC 26

    Mercado de técnicos e mais novidades da Carreira de EA Sports FC 26

    Seu jogador também poderá perder jogos por motivos diferentes

    EA Sports FC 26 manterá seus modos já consagrados, e o Modo Carreira — um dos favoritos entre os jogadores que preferem uma experiência offline mais focada na gestão ou na jornada de um atleta — está de volta com novidades importantes. Além das melhorias gerais na gameplay (que falamos mais nas nossas primeiras impressões), que impactam diretamente o que acontece dentro de campo, a nova edição promete transformar o que rola fora das quatro linhas.

    Carreiras infinitas ou curtas, você escolhe

    Uma das principais novidades está na flexibilidade do modo. Agora, além da tradicional jornada de técnico ou jogador, será possível criar carreiras com tempo limitado, focadas em objetivos específicos. Quer tentar tirar um time da segunda divisão em três temporadas? Ou conquistar a Champions League antes de 2030? O jogo vai propor desafios com metas claras e prazos definidos, adicionando um elemento estratégico e mais acessível para quem quer experiências mais curtas e focadas.

  • Star Wars Outlaws é anunciado para Switch 2 no Nintendo Direct: Partner Showcase

    Star Wars Outlaws é anunciado para Switch 2 no Nintendo Direct: Partner Showcase

    Jogo chega para o novo console da Nintendo 1 anos versões de PS5, Xbox Series e PC

    A Ubisoft anunciou nesta quinta-feira (31), durante o Nintendo Direct: Partner Showcase de julho, que Star Wars Outlaws ganhará uma versão para Nintendo Switch 2. O jogo de ação protagonizado pela fora da lei e caçadora de recompensas Kay Vess chega ao console de nova geração da Nintendo no dia 4 de setembro, pouco mais de 1 ano após o lançamento das versões de PlayStation 5, Xbox Series e PC. O game foi desenvolvido pela Massive Entertainment, estúdio responsável pelos jogos The Division 1 e 2.

    Ambientada entre os eventos de O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi, a história Star Wars Outlaws começa apresentando o temível Sliro, líder do sindicato do crime Zerek Bash, mostrando uma de suas facetas mais crueis e punindo de forma implacável alguns desafetos, mostrando por que ele é um dos grandes antagonistas do jogo. Pouco depois, somos finalmente apresentados a Kay e Nix vivendo de pequenos golpes e crimes na cidade-cassino de Canto Bight. Kay é ajudada em Canto Bight por um um dono de bar chamado Bram, mas logo acaba envolvida num esquema que a faz roubar um item valioso de Sliro e se vê forçada a fugir de Cantonica a bordo da nave Trailblazer, com o status de fugitiva e um alvo em sua cabeça. Ainda em Cantonica somos apresentados brevemente ao passado de Kay por meio de flashbacks, que mostra como a jovem começou a se envolver em pequenos crimes, mas não posso revelar nenhuma informação sobre as origens da protagonista além disso, apenas que esses flashbacks se tornam mais frequentes durante o jogo.

    Após deixar Cantonica, Kay acaba desembarcando na lua de Toshara, local em que ela conhece seus primeiros aliados na campanha, como o mecânico Waka, a experiente Danka, uma alienígena que tem conexões com diversas facções criminosas e começa a apresentá-las a Kay, e as primeiras facções criminosas do jogo com quem podemos formar alianças: o Sindicato Pyke, que tem grande influência no submundo do crime de Toshara, e a Aurora Escarlate, que atua mais nos bastidores políticos para desestabilizar facções e sindicatos do crime para assim ascender na hierarquia de poder da galáxia.

    Na review feita pelo IGN Brasil, Star Wars Outlaws recebeu a nota 8/10, sendo elogiado por sua história ambientação detalhada do universo de Star Wars, ao passo que o combate do jogo foi criticado por sua falta de profundidade.

    “Com uma das melhores construções de mundo da história da franquia nos games, Star Wars Outlaws se destaca da maioria dos demais títulos da série por sua imersão e construção rica em detalhes de diferentes e luas de planetas de uma galáxia muito, muito distante. Ao mergulhar no submundo dos fora da lei, o título mergulha a protagonista Kay Vess e o simpático mascote Nix em uma trama política em que a própria sobrevivência de Kay depende de acordo e alianças frágeis com facções que a enxergam apenas com uma peça em um esquema muito maior. A boa história e excelente ambientação são os grandes pontos fortes de um jogo que só não voa mais alto devido a um sistema de combate que carece de maior profundidade e se torna repetitivo em uma campanha que pode facilmente ultrapassar as 50 horas. Outlaws não alcança o nível de títulos como Knights of the Old Republic ou Jedi: Survivor, mas certamente figura no grupo das boas adaptações de Star Wars para os games.”

  • Dragon Ball Sparking Zero é anunciado para Switch e Switch 2 e chega em novembro

    Dragon Ball Sparking Zero é anunciado para Switch e Switch 2 e chega em novembro

    Após lançamento para PS5, Xbox Series e PC, jogo de luta em arena terá versões para os dois consoles da Nintendo

    A Bandai Namco anunciou nesta quinta-feira (31), durante o Nintendo Direct: Partner Showcase de julho, que Dragon Ball: Sparking Zero, jogo de luta em arena baseado na obra de Akira Toriyama, ganhará versões para Nintendo Switch e Switch 2 em 14 de novembro, pouco mais de 1 ano após o jogo ter sido lançado para PlayStation 5, Xbox Series e PC.

    Desenvolvido pela Spike Chunsoft, responsável pelo clássica série de jogos Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi, que marcou época em sua trilogia lançada para PlayStation, Sparking Zero traz recriações fiéis dos personagens e de vários momentos icônicos de diferentes fases do anime.

    As versões de Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 contarão com modos multiplayer local e online, além de suporte a controles de movimento, permitindo aos jogadores executar os ataques dos personagens com os controles Joy-Con. Ao todo, Dragon Ball: Sparking Zero conta mais de 180 personagens jogáveis, indo desde o primeira adaptação em anime, com Goku ainda criança, até a fase Dragon Ball Super e os filmes mais recentes da franquia.

    Na review feita pelo IGN Brasil, Dragon Ball: Sparking Zero recebeu a nota 8/10: “Dragon Ball: Sparking Zero honra o legado de Budokai Tenkaichi e é um legítimo sucessor da trilogia de jogos do PlayStation 2, no bom e no mau sentido. Com uma infinidade de personagens e transformações, gameplay ágil e combos extravagantes, o jogo peca em alguns momentos com seu sistema de câmera durante as lutas e reconta os eventos do anime de forma um tanto apressada. Ainda assim, a possibilidade de criar diferentes desfechos para os momentos mais marcantes da obra de Akira Toriyama dá um bem-vindo toque de novidade para um jogo que, embora esteja longe de ser perfeito, impressiona pelos visuais belíssimos e diverte pelos combates que parecem saídos diretamente do anime e pela enorme quantidade de conteúdo a ser desbloqueada.”

    https://www.pcgamesn.com/dragon-ball-sparking-zero/review

  • The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo RPG de ação da Square Enix, é revelado no Nintendo Direct: Partner Showcase e chega em 2026

    The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo RPG de ação da Square Enix, é revelado no Nintendo Direct: Partner Showcase e chega em 2026

    Jogo apresenta gráficos no estilo HD-2D usado em Octopath Traveler e remakes de Dragon Quest

    O Nintendo Direct: Partner Showcase desta quinta-feira (31), encerrou o mês de julho com uma dupla surpresa da Square Enix. Um desses jogos é o RPG de ação HD-2D intitulado The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, que chegará ao Switch 2 em 2026.

    The Adventures of Elliot acompanha o aventureiro Elliot, que parte do Reino de Huther para investigar um misterioso conjunto de ruínas encontrado na selva. Huther é protegido por um feitiço que mantém afastadas as tribos de feras atacantes, então Elliot acaba tendo que lutar para abrir caminho pelo mundo exterior.

    Embora The Adventures of Elliot se pareça com Octopath Traveler, Live a Live e outros RPGs baseados em turnos em HD-2D dos últimos anos, o novo jogo do estúdio é um RPG de ação. Em vez de ter um grupo, você controla apenas Elliot e sua companheira fada Faie. Elliot pode empunhar sete tipos diferentes de armas, todas com habilidades e efeitos diferentes, e pode melhorá-las usando cristais Magicite que encontra em suas viagens. Faie também pode atacar inimigos por conta própria, controlada pelo jogador ou por um segundo jogador no modo cooperativo.

    The Adventures of Elliot ainda não tem uma data de lançamento definida, mas uma demo gratuita será lançada hoje, e a Square Enix enviará uma pesquisa pós-jogo para que os jogadores deem seu feedback algum tempo depois.

    Além disso, a Square Enix revelou Octopath Traveler 0 para Nintendo Switch e Switch 2, com lançamento previsto para 4 de dezembro de 2025. Portanto, se você gostou do visual de The Adventures of Elliot, mas sentiu falta do estilo de batalha baseado em turnos (ou se simplesmente não quer esperar indefinidamente por Elliot), esse provavelmente é o jogo ideal para você.

  • Imagine Far Cry, mas com dinossauros e terror: essa é a premissa deste jogo, também inspirado em Dino Crisis, e você pode experimentá-lo agora

    Imagine Far Cry, mas com dinossauros e terror: essa é a premissa deste jogo, também inspirado em Dino Crisis, e você pode experimentá-lo agora

    Game está com uma demo gratuita que pode ser jogada no Steam

    Milhões de pessoas são fascinadas por dinossauros. Os filmes Jurassic Park fazem parte da cultura popular de um lado. Do outro, na indústria de videogames, os títulos Dino Crisis são considerados clássicos do survival horror e possuem muitos fãs que morrem de saudades da franquia. A ideia de enfrentar criaturas pré-históricas com armas modernas continua sendo um conceito altamente envolvente, especialmente porque nos permite ser o centro das atenções em um ambiente selvagem.

    Essa parece ser a premissa de Ferocious, um jogo de tiro ambientado em uma ilha com dinossauros que, com seu trailer mais recente (postado abaixo), revelou detalhes importantes sobre a história, o combate frenético e a quantidade de inimigos pré-históricos que enfrentaremos. O estúdio OMYOG e a editora tinyBuild apresentaram este jogo há mais de quatro anos, e naquela época o objetivo principal do título era encontrar o irmão do protagonista após um naufrágio.

    Ferocious é um jogo de dinossauro muito aguardado

    A trama central de Ferocious gira em torno de um misterioso naufrágio em uma ilha que parece ter sido deixada para trás no tempo e habitada por criaturas que se pensava estarem extintas: de dinossauros a caranguejos gigantes capazes de exterminar um humano com um único golpe. Durante a estadia, o jogador se comunicará com uma mulher anônima que tentará ajudá-lo, mas o mais notável é que os dinossauros não serão a única ameaça. Acontece que uma corporação chamada Manifesto representa um perigo ainda maior.

    Ferocious (Imagem: Omyog/tinybuild)

    Esta organização maligna está equipada com tecnologia avançada e possui bases espalhadas pela ilha. O trailer de Ferocious, que já foi comparado a Titanfall e Far Cry, também nos impressiona com seus aspectos técnicos renderizados na Unreal Engine 5. Em relação à jogabilidade, foi revelado que o protagonista poderá fazer amizade com alguns dos dinossauros menores e terá um amplo arsenal de armas para enfrentar tanto as forças do Manifesto quanto a fauna hostil.

    Ferocious está disponível no Steam por meio de uma demo para download. A OMYOG comentou que o teste jogável foi um sucesso, tanto que alguns jogadores chegaram a jogá-lo por mais de 10 horas, de acordo com informaçõs do Gamingbolt. Apesar dos testes e da demo, o “Far Cry de dinossauro” ainda não possui previsão de lançamento.

  • Terceiro trailer de Towa and the Guardians of the Sacred Tree revela dois novos personagens

    Terceiro trailer de Towa and the Guardians of the Sacred Tree revela dois novos personagens

    Jogo tem lançamento marcado para 19 de setembro para PC, Xbox Series X|S, PS5 e Switch

    Towa and the Guardians of the Sacred Tree encaminha para o final de sua apresentação de personagens jogáveis. Divulgado nesta terça-feira (29), o terceiro trailer do jogo da Bandai Namco revelou dois novos heróis: Koro e Akazu, sendo assim, seis de oito personagens foram divulgados até o momento. Confira o trailer abaixo:

    Koro é um ex-ancião da Vila Shinju, conhecido por sua habilidade em tomar decisões sensatas. Ele cuidou de Akazu quando jovem, a ponto de vê-lo como um filho. Com um grande amor por chá e petiscos, Koro se sentiu motivado a se juntar à jornada de Towa para proteger a Vila Shinju. Akazu é uma pessoa estudiosa, apaixonada por ler livros densos e conduzir experimentos secretos. Naturalmente, esse estilo de vida também limitou seu tempo ao ar livre, fazendo com que Akazu tenha medo de insetos e dificuldades com resistência física. O pesquisador solitário se junta a Towa para aprender mais sobre a natureza do Magatsu.

    Towa and the Guardians of the Sacred Tree é ambientado em um mundo vibrante, que mascara uma ameaça escondida em terras distantes. Há poucos dias, o jogo apresentou detalhes das áreas e gameplay da Vila Shinju, principal local em que as atividades do jogo serão centradas. Os jogadores podem escolher dois Guardiões para cada missão ao longo da aventura: um deles empunhado o poder da espada sagrada chamada Tsurugi e o outro é o portador do cajado mágico Kagura. Cada Guardião possui habilidades exclusivas que podem ser desbloqueadas e refinadas, tanto dentro das masmorras quanto por meio de progressão permanente na Vila Shinju.

    No total, seis heróis foram revelados, enquanto os demais devem ser apresentados nas próximas semanas. Towa and the Guardians of the Sacred Tree tem lançamento marcado para 19 de setembro para PC, Xbox Series X|S, PS5 e Switch.

  • Elden Ring Nightreign

    Elden Ring Nightreign

    Novo jogo da FromSoftware é um dos mais fracos da história recente da desenvolvedora

    Poucos mundos da cultura pop são tão graciosos e opressivos como as Terras Intermédias de Elden Ring. Após o enorme sucesso do RPG de ação que furou a bolha dos soulslike e se tornou um grande fenômeno dos games, a FromSoftware dá um passo adiante e decide transforma a sua principal franquia no momento em um jogo multiplayer.

    Tal ação é feita de forma certamente satisfatória com Elden Ring Nightreign, mas que me causou estranheza e talvez um pouco de aversão aos novos conceitos impostos no jogo. Com tamanho enredo e universo à disposição, Nightreign desperdiça grande parte do potencial das Terras Intermédias para se restringir ao modelo multiplayer apressado e vazio, algo um tanto quanto contrário aos roguelites — gênero que a obra abraça para criar o modelo de partidas multijogador — frenéticos e cheios de vida como Hades e Dead Cells.

    Desde o beta, torci meu nariz para Elden Ring Nightreign, com falas até um pouco conservadoras como “que a essência da FromSoftware teria sido abandonada”. Bom, em partes, eu estava certo — se você espera um universo majestoso como Dark Souls, Bloodborne, Sekiro e Elden Ring, Nightreign te entregará apenas uma porção rasa dessas experiências. Mas, se seu intuito é diversão rápida em um soulslike com os amigos, Nightreign é a melhor opção.

    Sem o Maculado, escolhemos os Nightfarers

    Tela de seleção de personagens

    Sem Maculado ou Chosen One, em Elden Ring Nightreign não pude criar meu próprio personagem, mas tive a disposição os Nightfarers, oito personagens jogáveis que transformam completamente a gameplay do game. Entre eles estão o Olho-de-Ferro, um arqueiro habilidoso; o Selvagem, um guerreiro que possui um gancho acoplado às manoplas; a Duquesa, personagem ágil, mas bastante frágil; a Espectro, capaz de invocar fantasmas; a Reclusa, uma poderosa maga; o Guardião, um guerreiro ave humanoide; o Corsário, um forte e grande pirata; e o Executor, um antigo cavaleiro do Crisol que luta com uma poderosa katana e se transforma em uma fera gigante.

    Durante as minhas mais de 45 horas de gameplay, as minhas principais escolhas foram o Olho-de-Ferro e o Corsário. Com um arqueiro, me surpreendi com o alto dano e a utilidade das duas habilidades do personagem: a secundária criava um ponto fraco temporário no inimigo, enquanto a habilidade primária era um poderoso tiro de arco que atravessava paredes e tudo o que havia pela frente – todos os personagens contam com duas habilidades, uma secundária e outra suprema, muita vezes voltada para dano, além de uma terceira habilidade passiva. Quanto ao Corsário, ele é a escolha perfeita para os fãs de build de força e possui excelentes habilidades ofensivas e uma defesa invejável.

    Cada personagem conta uma história que compõe a simplória narrativa do game, que se passa em uma realidade alternativa à Ruptura de Elden Ring, em que o Lorde da Noite começou a assolar as Terras Intermédias com uma violenta chuva que varria o que estava pela frente — o que serve de desculpa para o círculo de tempestade que funciona de forma semelhante aos círculos de um battle royale. Então, os Nightfarers foram parar na Mesa Redonda unidos pelo propósito de derrotar o Lorde da Noite.

    Personagens com características únicas suprem falta da montagem de builds mais livres

    Sendo um game veloz, Elden Ring Nightreign abre mão da forma que a trama era contada nos demais games da saga soulsborne e amplia a trama de cada personagem através das Memórias, sistema em que vivemos pequenos fragmentos do passado de cada figura. Muitas vezes, a memória é composta por um diálogo e um objetivo que deve ser cumprido em Limveld ou ali mesmo na Mesa Redonda. Além disso, o enredo de cada personagem também é contado por meio de pequenos capítulos de um diário.

    O apego que criei com os personagens que mais joguei foi forjado por meio apenas das mecânicas de gameplay — que achei ótima. No entanto, essa jogabilidade é o feijão com arroz feito nos demais soulslike da desenvolvedora, com o adicional das habilidades dos personagens — e nenhuma narrativa explorada me cativou o suficiente como as de NPCs de Elden Ring e Dark Souls. Infelizmente, para dar espaço a essa pegada apressada que cerca todos os cantos do game, a equipe de desenvolvimento sacrificou parte da construção narrativa dos mundos da FromSoftware contada por meio de NPCs e belos cenários. Contudo, não deixe de completar as lembranças de cada personagem, porque as recompensas são belos trajes de Dark Souls.

    Por outro lado, a grande variedade de personagens se adequa a todos os tipos de jogador e me deixa ansioso para ver quais as combinações a comunidade explorará quando o jogo estiver disponível para todos.

    Exploração apressada transforma o game em uma experiência superficial

    limveld é do tamanho aproximado da primeira metade de limveil

    Momentos contemplativos nos quais podemos observar um universo mágico e em ruínas regem Dark Souls e Elden Ring, mas isso não está presente em Nightreign. Ao começar uma expedição em Limveld, é necessário ter pressa para upar e atingir o nível mais alto possível para enfrentar o Lorde da Noite no terceiro dia. Tal fluxo de gameplay exige agilidade do jogador, ao passo que as builds e forma de subir de nível simplificadas tornam o game uma experiência superficial, mas combina com a celeridade exigida nas partidas de aproximadamente uma hora cada.

    Sempre ao deixar a Mesa Redonda e cair em Limveld, você e mais dois amigos precisam montar uma rota onde passam por igrejas para aumentar a capacidade de frascos, entram em ruínas para enfrentar chefes — os quais são muitas vezes inimigos comuns de Elden Ring — para obter alguma arma elemental ou vantagem que afeta a barra de vida, mana, estamina ou outro status. Catedrais, postos de combate, cavernas e diversas outras estruturas, tudo está disposto para os jogadores montarem a melhor build no ciclo de três dias do game. Esse ciclo é composto por dois dias de exploração em Limveld e o último deles é a fervorosa batalha contra o Lorde da Noite, escolhido anteriormente no começo da expedição.

    Confesso que a progressão dentro das partidas é bastante satisfatória quando entendi o level design de cada construção e as rotas que me fortaleceram com mais facilidade e agilidade. Além disso, uma variedade de eventos aleatórios, como o surgimento de uma área vulcânica, uma gigante montanha enevoada e mais, alteram o mapa e deixam as coisas menos repetitivas, além de oferecerem recompensas mais satisfatórias. Também existem outras ações aleatórias como a repentina aparição de Morgot, o Agouro pelo mapa — e ele caça você até ser derrotado —, uma praga que consome um nível do personagem, acampamentos possuídos por algo maligno que fortifica inimigos, NPCs Nightfarers hostis e mais.

    Todavia, para suprir a falta do Torrente em um mapa do tamanho da primeira metade da Limveil de Elden Ring, o jogo conta com uma movimentação muito veloz e dois tipos de corrida: a tradicional ao segurar Bola no PlayStation e B no Xbox e uma arrancada bem veloz ao apertar L3 e LS, além de diversas opções de travessia como grande ascensores que te jogam para o alto, paredes de escalada e árvores em que a ave espectral pode ser chamada para atravessar o mapa. De toda forma, ter uma montaria faz falta no principal momento de um jogo soulslike.

    Combates grandiosos apenas em tamanho desperdiçam natureza épica de Elden Ring

    reencontrar velhos conhecidos é ótimo, mas batalha não reproduzem fração da emoção do momento original

    O principal elemento de um soulslike são as batalhas de chefe e em Elden Ring Nightreign temos muitas, com algumas delas sendo uma grata lembrança para os fãs de Dark Souls. Dentro do ciclo de três dias das partidas do game, quando a noite se aproxima, o círculo fecha e devemos enfrentar um grande chefe para evitar a noite e, em algumas ocasiões, esses chefes são inimigos de Dark Souls. Desde Nameless King até Smelter Demon, quando esses chefes apareceram, confesso que dei um sincero sorriso nostálgico quando a lembrança de inimigos nefastos de uma franquia tão amada surgiram na minha tela.

    No entanto, as batalhas de destaque são contra os Lordes da Noite, afinal, eles regem a gameplay e as decisões que tomei durante as partidas. Eles são oito no total, porém apenas sete deles ficam disponíveis por grande parte do jogo. Cada um é fraco contra determinado elemento, e por isso eles controlam as decisões tomadas na partida, porque sempre busquei equipamentos com o elemento ao qual os chefes eram mais vulneráveis. Vale ressaltar, no entanto, que é necessário vencer apenas quatro Lordes da Noite para desbloquear a luta final.

    lordes da noite são colossais e batalhas são boas, mas carecem da natureza épica de elden ring

    Ao chegar o terceiro dia, chega também o momento da batalha contra o Lorde da Noite. Após reunir equipamentos, melhorias, atributos, etc. entrei nas batalhas e a arena me decepcionou imensamente. Os enfrentamentos com os Lordes da Noite são grandiosos, mas apenas em tamanho – as arenas só mudam de cor e todas são um grande campo de areia. Além disso, os chefes se movimentam demais e, pelo enorme tamanho das arenas, muitas vezes ficavam distantes, fazendo eu gastar toda minha estamina apenas correndo até eles. Isso deixou evidente a falta do Torrente dentro de determinadas batalhas de chefe que, com certeza, seriam bem mais divertidas na companhia de uma montaria.

    Um ponto a ser comentado é como a morte é menos punitiva no game. Caso morra em Elden Ring Nightreign, você ganha uma segunda chance e pode ser levantado por seus amigos — a não ser que vocês estejam na batalha final do dia. Isso torna o jogo mais acessível para novos jogadores e pode torná-lo uma ótima porta de entrada para o universo soulslike.

    No fim, as batalhas são boas, mas perdem parte da natureza epopeica de Elden Ring. Poucos chefes foram marcantes, mas algo a se destacar eles é o belo design de todos eles. Augur é um dragão com uma boca gigantesca e assustadora, Libra possui um design interessantíssimo e uma mecânica de batalha única, além de um moveset que me assombra mesmo após vencê-lo, e todos os sete chefes iniciais culminam em um confronto final morno, mas com efeitos belíssimos.

    Desempenho do jogo é bastante decente e visuais se mantêm belos

    a beleza do dia final

    Elden Ring Nightreign parece muita vezes uma extensão multiplayer do game original. Por isso, os visuais se mantêm belíssimos e o desempenho do jogo é bastante decente, mas eu tive problemas com o modo focado na taxa de quadros, que muitas vezes sofria com queda de frames — o que me surpreendeu, porque eu joguei o game em um PS5 Pro. Porém, o resto da campanha se mantém com um bom desempenho e não encontrei nenhum bug grotesco que atrapalhasse minha gameplay ao longo campanha.

    O Veredicto

    Envolto da magia e opressividade do mundo de Elden Ring, Nightreign é uma boa adição à franquia, mas não passa de um espetáculo vazio e superficial que se apoia na nostalgia de chefes e referências a Dark Souls. É possível encontrar diversão na exploração apressada de Limveld e nas batalhas grandiosas apenas em tamanho, mas que perderam o fator epopeico devido às arenas sem vida. O game, no entanto, pode ser uma forma de entrada para novos jogadores no universo soulslike graças à maior acessibilidade e desafio menos punitivo.

  • “Eles merecem acesso ao que pagaram”: jogadores encontram aliados nos pais de um dos melhores RPGs de 2023

    “Eles merecem acesso ao que pagaram”: jogadores encontram aliados nos pais de um dos melhores RPGs de 2023

    Owlcat apoia a comunidade na campanha “Parem de Matar Jogos”

    Um dos movimentos importantes na indústria gamer recente é a campanha Stop Killing Games (“Parem de Matar Jogos”). A iniciativa já ultrapassou facilmente o milhão de assinaturas necessárias para que a União Europeia comece a trabalhar em uma questão muito específica: garantir que os jogos de videogames parem de ficar inutilizáveis após problemas de licenciamento, desligamentos de servidores ou decisões comerciais dos desenvolvedores.

    Bem, as reações iniciais das empresas de videogame foram contrárias a esse processo, citando o aumento dos custos envolvidos para lidar com esse tipo de situação. No entanto, o criador de Minecraft, Markus “Notch” Persson, recentemente se posicionou a favor dos jogadores.

    Felizmente, cada vez mais desenvolvedores estão tomando o lado os jogadores, e agora um novo aliado da comunidade chegou para apoiar a campanha Stop Killing Games.

    Devs de Warhammer estão nas trincheiras com os jogadores

    A mais nova peça aliada na campanha para evitar que os jogos sejam abandonados é a Owlcat, desenvolvedora de Warhammer 40K: Rogue Trader, um dos CRPGs mais celebrados de 2023 por sua complexidade, densidade e profunda adaptação do mundo de Warhammer 40,000. Por meio de uma conta na rede social BlueSky, o estúdio publicou uma mensagem de apoio à iniciativa, compartilhando o site da campanha e fazendo uma breve reflexão:

    “Estamos comprometidos com ótimas experiências, não importa quanto tempo se passou desde o lançamento do jogo. Todo jogador merece acesso a longo prazo pelo que pagou.”

    Claro que é mais “fácil” para a Owlcat fazer essas declarações, já que é um estúdio especializado em lançar jogos single-player e não tem os problemas de jogos como serviço que a campanha Stop Killing Games aborda. Ainda assim, é importante ver que estúdios com certa relevância estejam apoiando a comunidade, os jogadores e a iniciativa. Quanto mais união existir, mais chances de sucesso.

    Enquanto isso, Warhammer 40K: Rogue Trader continua lançando novos conteúdos. No final do ano passado chegou Void Shadows, um DLC que rendeu 20 horas a mais de RPG e deixou nosso amigo Alberto Lloria, do portal parceiro 3DJuegos, viciado. Há cerca de um mês, a segunda expansão do título foi lançada sob o nome Lex Imperialis, com uma próxima expansão anunciada para o futuro, incluindo mais conteúdo para download.

  • Split Fiction

    Split Fiction

    Ao fazer praticamente tudo que é possível em um jogo, Split Fiction se estabelece como a melhor obra da geração e um dos melhores da história dos videogames

    Vivências pessoais, sonhos lúdicos e referências a ícones culturais são bons ingredientes para a criação de uma história, mas nada disso se conecta em uma unidade magnífica sem um elemento que é a cola fundamental dos jogos da Hazelight: a cumplicidade de dois indivíduos em prol do mesmo objetivo. Em Split Fiction, o estúdio de Josef Fares parece determinado a provar de uma vez por todas o poder que jogos cooperativos têm em alcançar o coração dos players, não apenas com uma narrativa intimista e pautada na troca das protagonistas, mas também com mecânicas e jogabilidades que saíram diretamente dos sonhos mais inventivos. Literalmente, um convite à imaginação — mesmo que isso nos transforme em porcos prontos para o abate.

    “Por que assistir ou ler uma história se você pode vivê-lá?

    Antes de chafurdar na lama do humor ácido de Fares, vamos do começo. No game, os jogadores assumem o papel de Mio e Zoe, aspirantes a escritoras que, em busca de publicarem seus livros, acabam presas em uma máquina construída para roubar suas ideias. O intuito do chefe da Editora Rader é bastante simples: acumular o máximo de narrativas criativas possíveis em um grande banco de dados capaz de criar histórias e livros best-sellers ao alcance de um botão, a ponto de não precisar mais contratar e pagar autores por suas obras. Um tanto quanto atual e criticamente assertivo para os dias de hoje, não é mesmo? Inclusive, o visual de Rader é um prato cheio para reforçar a semiótica: o mesmíssimo de uma série de figurões que você já viu na televisão falando de foguetes, inteligência artificial e metadados…

    Créditos: EA, Hazelight Studios/Reprodução

    Imersas em simulações de suas próprias histórias e devaneios de uma vida inteira, as protagonistas precisam trabalhar juntas para escapar de um final trágico orquestrado pelo dono da editora — e é aí que o jogo mergulha em um oceano imprevisível de criatividade. Num passe de (renderização) mágica, os jogadores são levados a mundos completamente distintos, sejam eles de fantasia, a obsessão de Zoe, ou de ficção científica, gênero favorito de Mio, todos recheados de cenários, personagens e elementos de gameplay únicos. Estrelas prestes a explodir em supernova; krakens escravizados em prol da ciência; macacos dançarinos de breakdance; ou um simples churrasco em que a comida é você. Estes são apenas alguns dos ambientes que você contemplará na jornada de Split Fiction.

    Nesta montanha-russa apenas de altos, é tão difícil quanto recompensador descobrir o que estará na próxima fenda. No entanto, uma tônica permeia absolutamente todas as horas de jogo: a amizade crescente entre Zoe e Mio ao passo em que elas deixam de lado os escudos emocionais e se abrem uma com a outra.

    A menos que você aí do outro lado tenha decidido jogar com um completo desconhecido, é bastante provável que tenha uma história de vida ou no mínimo afinidade com seu parceiro de gameplay. Por outro lado, Zoe e Mio são apenas estranhas com um objetivo similar, mas raízes, origens, cidades e até mesmo valores bem diferentes. Mesmo assim, com dinâmicas tão diferentes dentro e fora do jogo, é impressionante a capacidade de Split Fiction de tornar as pessoas mais próximas, seja por meio de conversas ou experiências compartilhadas. Aliás, é de se destacar o esmero da narrativa em proporcionar momentos de diálogo que podem parecer banais quando olhados de fora, porém fazem toda a diferença para quem está imerso no jogo. Em meio às sequências mirabolantes de ação, que tal sentar em um banquinho, contemplar o cenário estonteante à sua frente e respirar? No fim, você terá uma boa história para contar ao lado do seu parceiro de gameplay — bem como Zoe e Mio ao final de suas trajetórias.

    DNA próprio com pitada de outros jogos

    Para complementar uma ótima narrativa, Split Fiction constrói uma jogabilidade grandiosa ao usufruir das bases de It Takes Two com mecânicas e elementos próprios ou emprestados de grandes clássicos dos jogos eletrônicos. Não é exagero algum dizer que este jogo é o mais puro videogame em todos os aspectos. A Hazelight monta os melhores cenários e aborda os melhores conceitos em cada mundo para Mio e Zoe sem se acanhar em momento algum.

    Não importa o que seja, o jogo sempre surpreenderá você e reviverá alguma memória construída ao longo da sua vida, afinal, uma das principais mensagens que ele passa é: como nossas origens, referências e vivências constroem o que somos. Seja em uma fase em que controlamos rabiscos da Zoe na tentativa de criar uma aventura magnânima ou quando descemos uma montanha em cima de uma prancha de snowboard no melhor estilo Tony Hawk enquanto máquinas explodem ao nosso redor à la Michael Bay, tudo em Split Fiction transpira memórias e criatividade.

    Em busca de reviver lembranças que temos com videogames, Split Fiction usufrui de uma alta gama de elementos. Por exemplo, em fases 3D corremos, atiramos e fazemos várias ações de games modernos como atacar com chicotes e katanas no melhor estilo hack and slash. E, dentro dessas fases 3D temos trocas sutis e imperceptíveis entre perspectivas. Em momentos 2D o título trouxe uma sensação de Mega Man em determinado ponto, Metroid em outro, e até mesmo os clássicos Prince of Persia bem antigos devido aos momentos de parkour, o que mostra o capricho e dedicação de Josef Fares e da equipe da Hazelight em homenagear os videogames. Sem falar das eletrizantes sessões de travessia em que correr por paredes e se balançar por ganchos é cotidiano, ou por pilotar qualquer coisa (qualquer coisa mesmo!), desde naves, motos, dragões e até mesmo espíritos.

    Os laços que criamos são o fio condutor do que nos tornamos

    Não importa o gênero, ele está muito bem representado em Split Fiction. Jogo de ritmo? Temos momentos musicais com macacos. Jogo de nave de fliperama no estilo R-Type? Temos fases voltadas para isso. Momentos colaborativos à la Bread & Fred? Olha lá duas centopeias colaborando entre si. Puzzles de The Legend of Zelda? Aqui estão. A variedade absurda de mecânicas e toda composição é voltada para o entretenimento do jogador, mas isso não significa de forma alguma que seja superficial. Todo elemento de jogabilidade é apresentado e aprofundado de forma sublime e não se torna exaustivo.

    E no meio de tantas representações, vive uma maré de referências que tornam a obra ainda mais afetiva. Um salto de fé de Assassin’s Creed, derrapada de moto de Akira, Os Três Porquinhos, os protagonistas de A Way Out e vários outros easter eggs mostram que Split Fiction é sobre os laços que criamos com pessoas ou obras e como esse sentimento afetivo e nostálgico fala sobre quem somos.

    Fazendo m*rda, sem fazer m*rda

    Com tantos elementos de jogabilidade e referências, Split Fiction tinha tudo para se tornar uma bagunça, mas a criatividade de Fares e a Hazelight torna tudo coeso e funcional. É como o lema da desenvolvedora: “Fazendo m*rda, sem fazer m*rda”. Para organizar tantas ideias, as fases possuem segmentos paralelos e totalmente opcionais, mas que são imperdíveis. Em meio às graciosas paisagens do jogo, há momentos que você encontrará esferas flutuantes cercadas de elementos que não pertencem àquele lugar: são a passagem para as histórias secundárias.

    Aqui reside um esplendor criativo invejável de Split Fiction. Desde os já mencionados porcos chafurdeiros que possuem poder de peido e de se esticar como mola até uma fase de bruxo no melhor estilo Harry Potter em que você pode interagir com praticamente todo o cenário enquanto toma poções, transforma toupeiras em cadeiras ou encontra Cody de It Takes Two. As histórias secundárias são um refresco para a trama e mostram o que está no âmago de Mio e Zoe de forma divertida e íntima, aproximando o jogador das personagens.

    Mas para avançarmos entre os enérgicos mundos de ficção científica de Mio e os majestosos universos de fantasia de Zoe, o enfrentamento de chefes é um obstáculo. Mesmo sendo jogos diferentes, aqui precisamos fazer uma comparação com Astro Bot, que possui excelentes chefes, mas que, no fim, são inimigos de Super Mario com a cara do robô da PlayStation, enquanto Split Fiction pega a essência de chefes de outras franquias e aplica um DNA próprio e único que ressalta a criatividade da equipe em criar cada momento. Desde uma tartaruga blindada, robô gigante no estilo Mega Man até um chefe de pinball, a obra esbanja uma singularidade em cada batalha, o que torna a experiência muito marcante.

    Algo apaixonante nos videogames são os divertidos, variados e intrigantes quebra-cabeças apresentados, e Split Fiction é um balde cheio disso. A cooperação necessária para progredir nas fases torna os puzzles ainda mais interessantes. Em um mundo em que Mio e Zoe são metamorfas, Mio se transforma em um gorila e Zoe em uma árvore parecida com o Groot de Guardiões da Galáxia, e a cooperação de ambas para Mio conseguir escalar determinadas superfícies e para Zoe conseguir se esticar até certos pontos exige uma comunicação clara e eficiente dos jogadores que termina em uma dose de satisfação ao progredir de certo desafio. Outro momento que não posso deixar de exaltar é o nível futurista em que o jogo se transforma em um pinball no qual Mio deve controlar as alavancas, enquanto Zoe é uma bola que gruda em superfícies magnéticas. Todo esse momento me deixou boquiaberto com o quão criativo e divertido Split Fiction é.

    Todas essas fases principais e secundárias, chefes e quebra-cabeças culminam em um pináculo criativo na fase final. Sem muitos spoilers, Josef Fares avisou em entrevista ao MinnMax que o encerramento do jogo traria “algo jamais visto nos videogames”. Nos momentos finais, Zoe e Mio se dividem, mas estão unidas ao mesmo tempo – Mio está em um mundo de ficção científica e Zoe em um mundo de fantasia, no entanto, ambos são um espelho exato do outro, mas com texturas diferentes e mecânicas que se unem de forma astuta. Renderizar dois universos que possuem mecânicas diferentes, texturas distintas e que conversam entre si de forma coesa é um marco técnico para os videogames que exige o máximo processamento dos consoles de nova geração.

    O enfrentamento à indústria moderna

    Outro ponto de destaque de Split Fiction é o comportamento da Hazelight e de Fares diante ao novo normal dos videogames. Cada vez mais é normalizado ter DLCs, passes de batalha, acessos antecipados e elementos predatórios nos jogos apenas para arrancar mais dinheiro do consumidor. Totalmente contra essa maré consumista, Split Fiction aposta na moda antiga. Todo o conteúdo já está ali, você não precisa pagar a mais por nada para experienciar a melhor obra da geração até o momento. Caso seu amigo não tenha o jogo, você pode enviar uma “cópia” gratuita para ele jogar com você. A ausência de micro transações, DLCs e a presença do passe de amigo são elementos simples, mas que merecem destaque diante de uma indústria cada vez mais abusiva.

    O Veredicto

    Tamanha criatividade, inventividade e irreverência, características que definem Josef Fares e Hazelight, tornam Split Fiction uma experiência formidável em todos os níveis. Não é exagero algum afirmar que este é o melhor jogo da geração até o momento. Com uma narrativa tocante, personagens cativantes e uma gameplay divertidíssima, o game é o culminar de diversos aprendizados da desenvolvedora que masterizou as obras cooperativas, e prova que o clamor de It Takes Two não é coincidência.

  • Beta de Drakantos mostra potencial do Brasil no mercado de games e encanta com sua identidade única

    Beta de Drakantos mostra potencial do Brasil no mercado de games e encanta com sua identidade única

    Um MMMORPG nacional

    Drakantos, MMORPG desenvolvido no Brasil, teve seu beta disponibilizado ao público e as primeiras impressões mostram que o título tem muito a oferecer.

    Com forte identidade visual e proposta tática, o game se destaca em um cenário dominado por produções internacionais. Apesar de algumas limitações típicas de versões de teste, o jogo já apresenta personalidade e direção promissora.

    Mesmo com alguns tropeços pontuais, Drakantos conquista pela forma como entrega uma experiência que une elementos tradicionais do gênero com escolhas que valorizam o trabalho em equipe e o posicionamento. A seguir, destrinchamos os principais pontos observados durante o beta.

    Estilo visual cativa pela pixel art

    Um dos primeiros pontos que chama atenção em Drakantos é sua belíssima direção de arte. A pixel art é bem trabalhada, cheia de charme, e se destaca especialmente pelo uso inteligente de luz e sombra nos cenários. Isso ajuda a criar um mundo visualmente envolvente, que remete à nostalgia dos RPGs clássicos, sem abrir mão de uma estética moderna.

    O trabalho gráfico dá personalidade ao jogo e reforça o cuidado da equipe com os detalhes visuais. Mesmo com áreas ainda em desenvolvimento, é notável o esforço em criar um ambiente único e coerente. O resultado é um universo que convida à exploração.

    Áudio e localização ainda precisam de atenção

    Por outro lado, a trilha sonora não chamou tanta atenção. Faltam temas marcantes, que evoquem o clima de aventura e tensão característico do gênero. A música, por muitas vezes é discreta demais.

    Outro ponto que merece atenção é que senti falta da dublagem em português brasileiro. Considerando que se trata de um jogo nacional, a expectativa era que o nosso idioma fosse uma prioridade.

    Sistema de combate e progressão

    Ao contrário de MMORPGs mais frenéticos, Drakantos propõe um ritmo de combate mais cadenciado. A jogabilidade exige cautela, leitura do campo e colaboração com outros jogadores, o que adiciona profundidade e recompensa estratégias bem executadas.

    Em grupos, é essencial saber quando avançar ou recuar, especialmente contra grandes hordas. Armadilhas espalhadas nos mapas e a vulnerabilidade a ataques inimigos tornam cada partida um desafio tático e reforçam a importância do trabalho em equipe.

    O sistema de progressão é amplo, mas boa parte do desenvolvimento é centrado na Guilda dos Aventureiros, onde o jogador pode subir de ranque, desbloquear missões e adquirir equipamentos. Essa estrutura é clara e funcional, guiando bem o jogador iniciante.

    Apesar da proposta de personagens com habilidades únicas, senti falta da variedade nos estilos de jogo no que diz respeito às habilidades.

    Os equipamentos e relíquias tendem a suprir essa carência ao oferecer modificações passivas, como a besta que você pode usar em cada missão, mas há espaço para mais combinações e builds distintas.

    Durante o beta, a loja de customizações não estava disponível, o que gerou curiosidade sobre as possibilidades de personalização visual, embora algumas estivessem disponíveis. As montarias chamaram atenção e se destacam tanto pelo design quanto pela funcionalidade.

    Pontos fracos?

    Ao todo são apenas dois.

    O primeiro ponto é que a ausência de movimentação por mouse limita a acessibilidade, já que o jogo depende exclusivamente do teclado. O segundo é o encerramento automático das missões, que impede a exploração completa do mapa mesmo quando ainda há baús ou elementos interativos disponíveis.

    Drakantos mostra que o Brasil tem potencial para entregar um MMORPG autêntico. Com arte envolvente, proposta tática e estrutura sólida de progressão, o jogo se destaca entre diversos outros títulos do gênero.

    Se há o que melhorar, o caminho trilhado já empolga. O beta deixou claro: Drakantos está só começando.

  • Cronos: The New Dawn ganha novo vídeo com 10 minutos de jogabilidade; assista

    Cronos: The New Dawn ganha novo vídeo com 10 minutos de jogabilidade; assista

    Jogadores podem conferir os horrores que os aguardam quando o jogo for lançado ainda este ano

    Cronos: The New Dawn ganha novo vídeo com 10 minutos de jogabilidade
    Foto: Reprodução / Bloober Team

    A Bloober Team divulgou um novo vídeo de jogabilidade para seu aguardado título de terror e ficção científica, Cronos: The New Dawn.

    Com 10 minutos de duração, o vídeo oferece um mergulho profundo e envolvente no combate intenso, nos inimigos aterrorizantes e nas mecânicas de sobrevivência do jogo, ao mesmo tempo em que apresenta dois dos ambientes distintos da narrativa: Islands in the Mist e The Hospital.

    Em Islands in the Mist, os jogadores navegam por um misterioso espaço liminar onde a visibilidade é limitada, a tensão é alta e o perigo espreita em cada canto encoberto por neblina. Enquanto isso, The Hospital oferece uma descida claustrofóbica à loucura, onde corredores estéreis se transformam em labirintos de pesadelo, ecoando com os resquícios de um passado esquecido.

    O vídeo permite conferir também a mecânica de “fusão” em ação. Em Cronos: The New Dawn, inimigos caídos, conhecidos como The Orphans, não permanecem mortos por muito tempo. Se os jogadores não queimarem seus corpos, esses monstros caídos podem ser absorvidos pelos Orphans próximos. Por meio de um processo grotesco conhecido como Fusão, os inimigos se transformam em abominações mais rápidas, fortes e horripilantes, ganhando novas habilidades e se tornando ainda mais formidáveis em combate, criando novos pesadelos aterrorizantes para o jogador superar.

    Um viajante através do tempo

    Os jogadores acompanham a Traveler em ação, uma agente do misterioso Collective que emerge de um futuro distópico para viajar de volta no tempo. Sua missão: resgatar indivíduos antes que pereçam no apocalipse.

    Guiados pelo registro de viagem enigmático de um misterioso predecessor, o Traveler ND 3500, os jogadores explorarão ambientes pós-apocalípticos inquietantes inspirados em locais do mundo real, incluindo o distrito de Nowa Huta, em Cracóvia. Aqui, a arquitetura brutalista decadente é distorcida por anomalias que deformam a realidade.

    O vídeo também oferece aos jogadores uma visão mais aprofundada da abordagem única do jogo para viagens no tempo, enquanto a Traveler navega por dois períodos temporais – o futuro decadente e a Polônia dos anos 1980 – levando os jogadores ao distrito decadente de New Dawn, inspirado na Nowa Huta da vida real, onde sobreviver significa dobrar o próprio tempo.

    Ao explorar um mundo à beira da aniquilação, os jogadores encontrarão os inimigos grotescos e aterrorizantes conhecidos como os Orphans, resquícios distorcidos de um mundo desfeito.

    Além disso, o vídeo de gameplay estendido oferece aos jogadores um vislumbre arrepiante de um dos formidáveis chefes do jogo, a entidade sinistra conhecida apenas como Terror. Este encontro define o tom para os horrores psicológicos e físicos que os aguardam.

  • Killer Inn, jogo de ação e mistério de assassinato, ganha beta fechado no Steam

    Killer Inn, jogo de ação e mistério de assassinato, ganha beta fechado no Steam

    Jogadores podem se inscrever agora mesmo para ter uma chance de jogar o beta

    Killer Inn, jogo de ação e mistério de assassinato, ganha beta fechado no Steam
    Foto: Reprodução / Square Enix

    A Square Enix anunciou o início do Teste Beta Fechado (CBT) do seu jogo multiplayer de ação e mistério com assassinatos, Killer Inn. Os jogadores podem se inscrever para participar de um teste no Steam, que começará na sexta-feira, 25 de julho, às 19h00 (horário de Brasília), e estar entre os primeiros a experimentar o game.

    O beta fechado ocorrerá até segunda-feira, 28 de julho, às 18h59, e se concentrará principalmente em testar recursos de rede e desempenho de servidores. Testes beta adicionais estão planejados para datas futuras. A Square Enix também incentiva os jogadores a compartilharem seus feedbacks sobre a jogabilidade por meio de uma pesquisa realizada durante o beta.

    Os participantes selecionados serão notificados por e-mail no início do beta fechado. As inscrições permanecerão abertas durante todo o período do beta, e jogadores adicionais poderão ser convidados conforme o andamento dos testes. 

    Os jogadores que desejam estar entre os primeiros a experimentar Killer Inn podem visitar a página do jogo no Steam para se inscrever no teste beta fechado. Além disso, para que os jogadores se familiarizem com as regras do game e os detalhes do teste beta fechado, um vídeo de perguntas e respostas chamado “22 Coisas para Saber Antes de Visitar o Killer Inn” já está disponível.

  • Frostpunk 2 chega em setembro para PlayStation 5 e Xbox Series

    Frostpunk 2 chega em setembro para PlayStation 5 e Xbox Series

    Jogo também estará disponível no Xbox Game Pass no lançamento das versões para consoles

    Frostpunk 2 chegará em 18 de setembro para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, conforme anunciado pela 11 bit studios. Além da edição digital, o game também será lançado em edições físicas, cuidadosamente supervisionadas em colaboração com a Skybound Games para ambos os consoles.

    Além disso, Frostpunk 2 estará disponível no Xbox Game Pass para consoles no dia do lançamento.

  • Onimusha: Way of the Sword traz visuais lindos e um combate brutal | Preview Hands-off

    Onimusha: Way of the Sword traz visuais lindos e um combate brutal | Preview Hands-off

    Novo jogo da franquia é o RPG clássico de ação

    Desde o seu lançamento, em 2001, é interessante ver a evolução da franquia de Onimusha através das eras, e a sensação é de que tudo culminou para a chegada de Onimusha: Way of the Sword, agora 24 anos depois. Durante o Play Days no Summer Game Fest pude assistir a uma demonstração do jogo e fiquei impressionado pelo nível de detalhes nas animações.

    Não é um jogo “pés no chão”, muito pelo contrário. Há um trabalho minucioso para trazer a história de Miyamoto Musashi com detalhes e belos visuais à tona. O protagonista precisa proteger Quioto da escuridão do Malice. Empunhando a Manopla Oni ele precisa combater os Genma, monstros que vão surgindo do submundo – e os combates foram justamente o foco da apresentação.

    Aqui algumas comparações são possíveis e a gameplay tem suas similaridades com a de Asssassin’s Creed, por exemplo, especialmente quando enfrentando múltiplos inimigos. A mecânica de aguardar pelo primeiro ataque para bloquear e eliminar os monstros com um único golpe está bem presente.

    No entanto, o destaque fica por conta dos detalhes das animações e o caráter brutal do combate. A cada golpe desferido e a cada parry Musashi traz um estilo diferente, seja desmembrando os braços e pernas de seu oponente ou até cortando-os ao meio.

    Imagens de Onimusha: Way of the Sword

    Ataques especiais podem ser desencadeados também, provocando um golpe forte e efetivo, mas nada é tão eficaz quanto sua sequência de one shots. Em uma ação rápida é possível selecionar alguns inimigos em câmera lenta, para aí Musashi sair desferindo cortes fatais em cada um deles.

    O cenário também se mostra como um forte aliado em certas ocasiões, já que é possível usar fogueiras, mesas e praticamente tudo ao seu redor para lutar com seus inimigos.

    Óbvio que ele não está sozinho — sua Manopla o acompanha a todo momento, personalizada por uma voz feminina que se comunica com ele em cutscenes e em algumas ocasiões. Há um ponto aqui que não vemos Musashi usando a manopla de fato no combate, o que segundo os próprios devs se deve pelo fato que ele não quer usá-la, optando por seguir um combate com honra.

    Mesmo assim, Musashi ainda usufrui dos “benefícios” que a manopla traz, como por exemplo a Visão de Oni – uma habilidade especial que permite ver o que os demônios veem. Ela aparenta ser algo mais voltado para a exploração, já que foi usada para encontrar um pedaço que bloqueava o caminho e nosso progresso.

    No entanto, uma mecânica com a manopla se destaca: ao abater cada inimigo, orbes de suas almas surgem e você absorvê-las com a Manopla Oni. Orbes amarelas servem para vida, azul para habilidade e ataques especiais, e vermelho para XP. Para coletá-las, basta se aproximar, mas você precisa ser rápido. Certos inimigos também conseguem absorvê-las, e caso consigam, seus próximos golpes serão mais poderosos, exigindo um desafio a mais no combate.

    Para além dos inimigos base, pudemos ver duas lutas de chefe. Um deles foi Sasaki Gunryu, um inimigo ardiloso que tem sua própria manopla, embora ele tenha uma visão diferente de como usá-la. Mesmo nas lutas de chefões o jogo tem o seu próprio ritmo e não aparenta ser acelerado. Na luta há duas barras para você ficar de olho: a de vida e a do escudo de Ganryu. Quando você eventualmente quebra a barreira dele, desbloqueia uma oportunidade para você escolher entre duas opções de golpes canalizados. Uma delas gera o dano máximo e outra gera um dano reduzido, mas também orbes para você absorver. Assim, se precisar preencher sua habilidade para aplicar um golpe especial logo após ou se precisar apenas de vida, essa fica sendo a melhor opção.

    Já o segundo chefe era um demônio grande vindo direto de um portal do submundo. De novo, mesmo os golpes mais fortes do monstro eram bloqueáveis pela espada de Musashi, o que aparenta ser o grande foco da gameplay. Desviar ainda é útil, mas nada é tão satisfatório quanto bloquear um grande hit do oponente em Onimusha.

    No entanto, há uma questão que é difícil avaliar, já que não pudemos testar o jogo propriamente. Mas os inimigos, e aqui destaco os chefes também, não parecem oferecer um grande desafio para o nosso protagonista. Com uma pouca variação de golpes e combos, eles foram superados até com uma certa facilidade. Lógico que com o propósito de ser apenas uma demonstração, podem ter optado por deixar o jogo em uma dificuldade baixa. Porém, me ligou um sinal de alerta com o grau de dificuldade que Onimusha: Way of the Sword trará para os seus jogadores.

    Mesmo assim, a breve demonstração que assisti me deixou ansioso para ter logo o jogo em mãos. O combate limpo e brutal de Onimusha: Way of the Sword tira proveito de animações muito fluidas e os belos visuais que o jogo apresenta. Com Pragmata e Resident Evil: Requiem encaminhados para 2026 também, a Capcom tem tudo para ter um grande ano.

  • 10 anos de The Witcher 3: RPG da CD Projekt foi marco para indústria e continua como referência para RPGs e jogos de mundo aberto

    10 anos de The Witcher 3: RPG da CD Projekt foi marco para indústria e continua como referência para RPGs e jogos de mundo aberto

    Jogo da polonesa CD Projekt Red também ampliou mercado para desenvolvedoras de países até então com pouca visibilidade no mainstream

    Há pouco mais de 10 anos, em 19 de maio de 2015, a CD Projekt Red lançou um jogo que se tornou um dos lançamentos de maior impacto na indústria dos games nas últimas décadas, exercendo enorme influência sobre diversos RPGs e jogos de mundo aberto lançados depois dele. Mundialmente aclamado por crítica e público e vencedor de 260 prêmios de Jogo do Ano, incluindo o GOTY em eventos como The Game Awards, Golden Joystick, Game Developers Choice Awards, South by Southwest e New York Game Awards, The Witcher 3: Wild Hunt foi um marco na indústria e alcançou recentemente o marco de 60 milhões de cópias, com um ciclo de vendas extremamente sólido ao longo de uma década.

    Em abril de 2022, por exemplo, o jogo alcançou o número de 40 milhões de jogos vendidos, o que significa que, somente nos últimos 3 anos, The Witcher 3 vendeu mais 20 milhões de unidades, consolidando-se ainda mais um dos títulos com melhor ritmo de vendas da história. Dentre os fatores para o grande sucesso do jogo, estão elementos que, somados, ajudam a explicar esse fenômeno, desde a qualidade do título em si até a enorme quantidade de conteúdos, sistema de RPG rico em escolhas e um mundo sempre com novos segredos a serem desvendados, sempre respeitando a progressão e liberdade dos jogadores.

    Mundo aberto vivo e sistema de escolhas com consequências reais

    Muito se fala sobre o enorme impacto visual que The Witcher 3 causou quando foi lançado em 2015, mas o que realmente faz do trabalho da CD Projekt Red um jogo extraordinário reside em seu sistema de escolhas e mundo aberto vivo, que quanto mais é explorado, mais surpresas revela. Em um mundo no qual a moral da maioria dos personagens é cinzenta, as escolhas muitas vezes coloca o jogador em dilemas reais. Qual a escolha certa a se fazer? Afinal, existe uma escolha realmente correta? Quais são as consequências de cada decisão tomada?

    Para muitas dessas perguntas, não há uma resposta correta ou previsível, e sim apenas a consciência do jogador o guiando rumo a um desfecho que pode não necessariamente ser o desejado. Afinal, The Witcher 3 nem muitas borra as linhas que separam o “certo” e “errado”, e toda a linha de quests envolvendo o Barão Sanguinário são o primeiro grande exemplo disso na campanha. O destino de Keira Metz, a ambiciosa feiticeira que busca a todo o custo sair da miserável Velen, pode ter um destino um tanto trágico dependendo da decisão que tomarmos, mas o jogo nunca nos dá respostas óbvias sobre as consequências de várias das escolhas que fazemos.

    SISTEMA DE ESCOLHAS DE THE WITCHER 3 COLOCA JOGADORES EM DILEMAS MORAIS COMPLEXOS

    O próprio arco de missões da expansão Blood and Wine, considerada até hoje uma das melhores já criadas para um jogo, resulta em escolhas morais complexas e determinantes para o destino das irmãs Anna Henrietta e Syanna e do vampiro Dettlaff, e até mesmo missões secundárias menores do jogo e sem grandes sequências para a história principal muitas vezes nos colocam em situações difíceis e que nos fazem pensar nas consequências de nossas escolhas. Seja na linha principal de histórias ou nas quests opcionais, The Witcher 3 sempre surpreende os jogadores, e mesmo quando tomamos uma decisão ou conjunto de escolhas, muitas vezes as consequências dessas decisões só serão perceptíveis muitas horas depois, o que torna o peso do caminho que trilhamos ainda mais significativo, especialmente se jogarmos às cegas, sem saber o desdobramento de nossas decisões de imediato.

    Além da excelente construção do sistema de escolhas, o mundo aberto de The Witcher é incrivelmente satisfatório de se explorar, não apenas ambientação belíssima e rica em detalhes, mostrando paisagens e construções belíssimas de regiões como Toussaint, Novigrad, Ilhas Skellige, Pomar Branco e Kaer Morhen, mas também pelos segredos escondidos nesses locais. Baús de tesouros, cartas deixadas para trás por alguém que morreu, relatos de soldados que pereceram na guerra, diagramas para a criação de armaduras e espadas de bruxo, locais de poder e quests secundárias dramáticas ou repletas de humor ácido e sarcasmo. Por onde quer que passemos, The Witcher 3 esconde uma novo segredo a ser descoberto, e é justamente por isso que o mundo construído pela CD Projekt Red é tão satisfatório de ser explorado.

    No lugar de criar simplesmente um mundo aberto gigantesco, mas vazio ou com missões desinteressantes, um problema recorrente em jogos com enormes mapas, o RPG de ação faz o jogador sentir que realmente está explorando um mundo vivo e repleto de recompensas a serem achadas por nós, jogadores. É justamente esse senso extremamente satisfatório de exploração e descoberta que diferenciou The Witcher 3 de tantos outros jogos com propostas similares lançados antes e depois dele, e não é por acaso que o título segue como uma referência para outros projetos mesmo 10 anos depois

    mUNDO ABERTO DE THE WITCHER 3 ESCONDE INÚMEROS SEGREDOS A SEREM DESCOBERTOS PELO JOGADOR

    Sistema variado de builds molda a gameplay de cada jogador

    Além de uma história extremamente bem desenvolvida, personagens interessantes e um mundo aberto extremamente recompensador de ser explorado, The Witcher 3 tem um sistema de combate extremamente adaptável ao estilo de cada jogador, com builds focadas em dano e força bruta, agilidade e recuperação de vigor, maior resistência, uso de sinais de bruxo ou resistência à toxicidade, que permite que tomemos um enorme número de poções e elixires sem que Geralt fique debilitado e tenha sua barra de vida consumida.

    Para cada novo contrato de bruxo ou missão que exige que matemos um tipo específico de monstro, há um sinal, poção ou bomba específica, e essa preparação antes de cada nova luta faz a diferença. Esse aspecto estratégico é especialmente importante na dificuldade marcha da morte, principalmente se habilitarmos a opção em que o nível de nossos oponentes fica sempre próximo ao nível de Geralt. The Witcher 3 pode ser um jogo extremamente acessível nas menores dificuldades, o que inclusive o permite ser aproveitado por um público mais amplo, mas exigirá capacidade de adaptação dos jogadores que optarem por jogar na dificuldade mais elevada.

    Os conjuntos de armadura de bruxo, por exemplo, afetam diretamente a gameplay. O conjunto da Escola do Gato, o meu preferido, confere a Geralt mais dano em ataques rápidos e recuperação mais rápida de vigor durante as lutas, enquanto o conjunto da Escola do Urso é ideal para quem prefere investir em alta resistência e maior dano de ataques pesados. O conjunto da Escola do Grifo, por outro lado, é o mais indicado para quem prefere investir numa build focada no uso de sinais como Quen, Aard, Igni e Yrden, e é nessa flexibilidade que o jogo mais se destaca.

    Ainda que haja um amplo espaço para melhorias no combate de The Witcher 4, o combate de The Witcher 3 ainda se destaca por oferecer aos jogadores formas variadas de lutar e superar desafios, seja repelindo ataques de inimigos, esquivando ou usando sinais para desarmar a defesa de soldados para finalizá-los em seguida. Seja você um jogador com uma postura mais defensiva e que prefere a segurança defensiva do Quen ou alguém que prefere adotar uma postura mais agressiva com o Aard e o Igni, o RPG de ação da CD Projekt Red sempre dá opções para que as lutas sejam abordadas de formas distintas, e é por isso que mesmo em seu ponto mais fraco, o combate, The Witcher 3 ainda se destaca por sua versatilidade e adaptabilidade ao estilo de cada jogador com as ferramentas que oferece.

    O impacto de The Witcher 3 na indústria

    Mais de 10 anos após seu lançamento, The Witcher 3 se consolidou não apenas como um dos jogos mais populares da história, com as recém-atingidas 60 milhões de cópias vendidas, mas também como um dos mais impactantes e influentes. Para além de um sistema de decisões com consequências muitas vezes imprevisíveis, um mundo aberto verdadeiramente recompensador de se explorar e um sistema de combate que permite builds e abordagens distintas de acordo com o estilo de cada jogador, o RPG da CD Projekt Red abriu caminho para que outras desenvolvedoras de mercados até então vistos como periféricos ganhassem mais visibilidade.

    Como uma desenvolvedora polonesa, a CD Projekt Red precisou trilhar um caminho naturalmente mais tortuoso que estúdios de grandes mercados como Japão, Estados Unidos, Reino Unido e França e Canadá até finalmente alcançar o atual status e, coincidentemente ou não, desenvolvedoras de outros países também vistos como periféricos no desenvolvimento de jogos também conquistaram um lugar de destaque nos últimos 10 anos, mesmo que já estivessem na indústria criando ótimos jogos mesmo antes de 2015. Dentro da própria Polônia, a 11 Bit Studios conquistou grande destaque com os dois ótimos títulos da franquia Frostpunk, enquanto a Techland, famosa por franquias como Dead Island e Dying Light, se consolidou como uma das maiores desenvolvedoras do país.

    Ao longo da última década, o estúdio ZA/UM, da Estônia, criou o aclamado RPG Disco Elysium, de 2019, enquanto a Larian Studios, desenvolvedora belga fundada em 1996, alcançou seus dois maiores sucessos na última década, com os excepcionais Divinity: Original Sin 2 e Baldur’s Gate 3. A sueca MachineGames, fundada em 2009, se consolidou como um dos estúdios mais respeitados da Europa com Wolfstein II: The New Colossus, e lançou recentemente o aclamado Indiana Jones e o Grande Círculo.

    Nesse período, a dinamarquesa IO Interactive também lançou três jogos de sucesso da nova trilogia de Hitman, enquanto a PlayDead, também da Dinamarca, lançou o aclamado game independente Inside. Em 2023, a Geometric Interactive, outro estúdio independente dinamarquês fundado pelo game designer de Limbo e Inside, Jeppe Carlsen, se tornou um dos títulos mais aclamados de 2023. A finlandesa Remedy Entertainment, que desde os anos 2000 tem destaque na indústria com franquias como Max Payne e Alan Wake, lançou ao longo da última década jogos como Quantum Break, Control e o aclamado Alan Wake 2.

    Ainda que esses títulos não se assemelhem a The Witcher 3 em diversos aspectos e tenham uma proposta de gameplay bastante distinta do título da CD Projekt, o sucesso do RPG de ação de 2015 parece ter ampliado a visibilidade de desenvolvedoras fora do eixo dos principais mercados, até mesmo no caso de estúdios que já tinham uma história com títulos muito elogiados desde bem antes de 2015. A ampliação de mercado para outros países, seja em projetos de maior ou menor escopo, é positiva para a indústria à medida que descentraliza a produção de jogos e mostra que há enorme riqueza criativa fora dos principais mercados.

    Passados 10 anos desde o lançamento, The Witcher 3 segue como um marco na indústria, e ainda que a CD Projekt Red precise provar em The Witcher 4 que não repetirá a postura adotada no desastroso lançamento de Cyberpunk 2077, o fato é que o RPG de 2015 da desenvolvedora polonesa se consolidou como um dos maiores mais influentes jogos da história da indústria de games.

  • Campeonato nacional de jogos de luta Kick Tournament é anunciado com Street Fighter 6, Granblue e mais

    Campeonato nacional de jogos de luta Kick Tournament é anunciado com Street Fighter 6, Granblue e mais

    Campeonato nacional de jogos de luta Kick Tournament é anunciado com Street Figh...相关图片

    Evento da Webedia Brasil acontecerá em maio de 2026

    A Webedia revelou, nesta sexta-feira (25), a primeira edição do evento Kick Tournament, novo evento nacional de fighting games planejado para acontecer em maio de 2026 no Rio de Janeiro. Idealizado como um campeonato multiesportivo com alguns dos principais jogos de luta do mundo, o Kick foi construído com a intenção de unir a “comunidade que faz acontecer”, conforme informou Thiago Leme, COO da Webedia Brasil.

    “O que buscamos não é profissionalizar a FGC (comunidade de jogos de luta), mas sim puxar todo mundo junto com a gente”. O evento de estreia terá Street Fighter 6, Tekken 8, Granblue Fantasy Versus: Rising, Brawlhalla, Fatal Fury: City of the Wolves e Super Smash Bros. Ultimate.

    A motivação para levar o evento ao Rio de Janeiro, conta Leme, surgiu para suprir uma carência de eventos de jogos de luta presenciais na região. E, embora com viés competitivo, o Kick “quer trazer também as pessoas apaixonadas por videogames”, uma vez que atividades e ativações adicionais acontecerão, como a da Retrocon, para atrair todos os tipos de jogadores. “Disponibilizaremos, também, espaço para visitantes levarem a própria competição”, disse o COO, reforçando que o evento será “pensado e feito com a Fighting Games Community (FGC)”.

    Com premiação total inicialmente definida em R$ 120 mil e repartida por cada modalidade, as partidas competitivas poderão ser acessadas após a compra de ingressos para os dois dias de evento. Os valores ainda não foram informados, mas Leme ressaltou que “tentarão fazer o ingresso o mais acessível possível para a comunidade”.

    “Com o sucesso do Kick Tournament não tenham dúvidas de que no segundo ano expandiremos para mais jogos”, disse o executivo ao reforçar que a empresa espera conseguir elevar a visibilidade da cena competitiva de fighting games. “Queremos que tudo o que é feito hoje na FGC seja beneficiado”, finaliza Leme.

    Uma edição com Street Fighter 6 e Fatal Fury: City of the Wolves que antecipa o grande evento acontecerá entre 26 e 28 de julho na conferência dedicada a jogos antigos Retrocon, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, SP. Os ingressos já podem ser adquiridos por meio do site oficial.

  • Konami revela que eFootball foi confirmado como um dos jogos da FIFAe World Cup 2025

    Konami revela que eFootball foi confirmado como um dos jogos da FIFAe World Cup 2025

    Desenvolver o futebol como força nos esports

    A Konami anunciou que a sua parceria com a FIFA continua, assim como a busca pelo desenvolvimento do futebol como esports ao redor do mundo em 2025 e 2026. As copas do Mundo da FIFAe com eFootball acontecerão nas categorias mobile e console da mesma maneira que o torneio de jogadores individuais promovido pela desenvolvedora japonesa anualmente acontece.

    A edição da FIFAe World Cup 2024 aconteceu em dezembro e contou com mais de 14 milhões de jogadores participando das fases online. No final foram escolhidos 16 representantes de nações para mobile e 18 para o console. As finais foram um sucesso e contaram com mais de 400 mil visualizações, se tornando o maior evento de eFootball da história.

    “Estamos muito felizes em colaborar com a FIFAe novamente este ano, trazendo emoção e entusiasmo aos fãs de futebol por meio de plataformas digitais. Na preparação para a Copa do Mundo da FIFAe 2024, mais de 14 milhões de jogadores de eFootball participaram online, e o evento final registrou o maior número de transmissões ao vivo da história do eFootball. Estamos comprometidos em tornar o torneio deste ano ainda mais emocionante, expandindo sua escala. Aguardamos ansiosamente sua participação”, afirmou Koji Kobayashi pela Konami.

    A ideia é que a FIFAe World Cup 2025 receba um aumento significativo na quantidade de seleções representadas na competição. Para além dos representantes, agora com a licença da FIFPRO, o número de times e jogadores disponíveis para a competição também será maior, trazendo mais opções e realismo para a gameplay.

    A FIFA divulgou em seu pronunciamento que: “o feedback dos fãs após o evento do ano passado foi incrível e confirmou a visão de oferecer um lar para esports de futebol em diversas comunidades. Confirmar esses títulos gratuitos e o evento por duas temporadas é um passo significativo, possibilitando acessibilidade para nações e jogadores de todo o mundo.”

    A FIFAe World Cup 2025 acontecerá na Arábia Saudita em dezembro de 2025.

  • Jogo de sobrevivência em mundo aberto combina mecânicas de Red Dead Redemption 2 e Death Stranding; e o melhor é que Windstorm já tem um primeiro gameplay

    Jogo de sobrevivência em mundo aberto combina mecânicas de Red Dead Redemption 2 e Death Stranding; e o melhor é que Windstorm já tem um primeiro gameplay

    Game está previsto para chegar no terceiro trimestre deste ano

    A Aesir Interactive continua a capturar a atenção de milhares de jogadores com Windstorm: The Legend of Khiimori. Em outubro do ano passado citamos aqui no IGN Brasil esse jogo de sobrevivência em mundo aberto ambientado na Mongólia do século XIII (13) especialmente porque oferece uma experiência que combina mecânicas de Red Dead Redemption 2 e Death Stranding.

    Recentemente, o game que chegará em acesso antecipado ainda em 2025 recebeu seu primeiro trailer de gameplay, que incluímos logo abaixo. O curto vídeo enfatiza os elementos mais importantes de The Legend of Khiimori: o mundo natural, a aventura de planejar rotas para entregar mensagens e a importância de cuidar dos cavalos do jogo. A Aesir Interactive desenvolveu o game de forma que os jogadores possam explorar cenários espetaculares a cavalo que possuem habilidades especiais.

    A protagonista viajará por uma variedade de terras para cumprir suas funções de mensageira. Portanto, os jogadores terão que criar cavalos com características especializadas, conectar-se com eles, aprimorar suas linhagens, treiná-los e liberar todo o seu potencial. “Desfrute de um realismo incomparável com comportamento e animação equina realistas , aperfeiçoados e aprovados por especialistas“, diz o anúncio do título no Steam.

    Tudo isso, claro, é combinado com atividades para melhorar a reputação da protagonista entre o povo da Mongólia e a necessidade de desvendar um mistério que faz alusão ao “cavalo do vento” e ao espírito da terra e do céu. Em termos de recursos técnicos, vale destacar que Windstorm: The Legend of Khiimori está sendo desenvolvido no motor Unreal Engine 5.

    Windstorm: The Legend of Khiimori (Imagem: Aesir Interactive/Divulgação)

    Mais de 100 mil adições na lista de desejos

    A Aesir Interactive certamente já conquistou um bom número de jogadores. Como eles comentaram em um anúncio no Steam publicado em março deste ano, Windstorm: The Legend of Khiimori já está na lista de desejos de mais de 100 mil jogadores. No momento, não há uma data específica para seu lançamento em acesso antecipado no PC, mas a previsão na plataforma da Valve está para o terceiro trimestre de 2025, ou seja, teoricamente chegará até setembro.

  • Conheça os finalistas: Pocket Gamer Mobile Games Awards 2025

    Conheça os finalistas: Pocket Gamer Mobile Games Awards 2025

    Cada categoria, cada nomeação pré-selecionada apresentada para a votação mais importante que você dará esta semana

    Chegou aquela época do ano novamente – os finalistas do Pocket Gamer Mobile Games Awards 2025 foram revelados!

    O evento visa celebrar o que há de melhor no mercado, destacando todos os aspectos do ecossistema, desde desenvolvedores, publishers e jogos, até os serviços, ferramentas e tecnologias que ajudam a manter o setor em funcionamento.

    A votação já começou, antes da cerimônia presencial na terça-feira, 19 de agosto, em Colônia, durante a semana da Gamescom, onde serão anunciados os vencedores. Para votar, clique no link abaixo.

    Antes de votar, confira abaixo todos os finalistas da oitava edição do Pocket Gamer Mobile Games Awards.

    Escolha do Público do Pocket Gamer – Patrocinado pela Epic Games Store (A votação no PocketGamer.com já está aberta)

    Melhor serviço de publicidade e UAMelhor Inovação em JogosMelhor ferramenta de análise/dados
    AdJoe
    Almedia
    AppLovin
    AppsFlyer
    Digital Turbine
    Exmox
    Gamelight
    Geeklab
    HyprMx
    MAF
    Mistplay
    Mintegral
    Moloco
    Unity Ads
    Balatro
    Battle Cars: Nitro PvP Shooter
    Dredge Mobile
    Monopoly GO! (Monthly Partner / Crossover Events)
    Suzerain (Kingdom of Rizia DLC)
    The Electric State: Kid Cosmo
    Thronefall
    Words With Friends (Solo Mini Games)
    Zynga Poker (Multi-Table Tournaments)
    Adjust
    AdsAdvisor
    Antidote.gg
    AppFollow
    AppMagic
    AppsFlyer
    Audiencelab by Geeklab
    ByteBrew
    Dive
    GameAnalytics
    Sensor Tower (Data.ai)
    Swaarm
    Melhor Realização de ÁudioMelhor Provedor de Serviços de PagamentoMelhor Motor de Jogo /
    Plataforma de Criação
    Candy Crush Soda Saga
    Delta Force Mobile
    Disney Solitaire
    Dungeons of Dreadrock 2 – The Dead King’s Secret
    Marvel Mystic Mayhem
    Monument Valley 3
    Once Human
    PBJ – The Musical
    The Electric State: Kid Cosmo
    Aghanim
    Appcharge
    Coda Payments
    FastSpring
    Neon
    Stash
    Tamatem Plus
    Tipalti
    Xsolla
    ZBD
    Buildbox
    Cocos
    Dorian
    Godot
    Highrise Studio / Ideas (Pocket Worlds)
    HypeHype
    Roblox
    Unity (Unity Technologies)
    Unreal Engine (Epic Games)

    Melhor Realização VisualMelhor Estúdio de Codev/TerceirizaçãoMelhor Fornecedor de Ferramentas
    Dredge Mobile
    Kingdom Rush Alliance
    Marvel Mystic Mayhem
    Marvel Strike Force
    Midnight Girl
    Monument Valley 3
    PBJ – The Musical
    Prince of Persia: The Lost Crown
    Thronefall
    Venue: Relaxing Design Game
    Zenless Zone Zero
    Allcorrect
    Amber
    Exient
    GodSpeed Games
    Keywords Studios
    Kuuasema
    Pingle
    Room 8 Group
    Shutterstock Studios
    Side
    TransPerfect Games
    Virtuos
    Antidote.gg
    AppHarbr
    Applivery
    Backnd
    Geeklab
    Gridly
    Layer
    Metaplay
    Photon
    Playgama
    PlaySafe ID
    Quvy

    Melhor Desenvolvedor
    (Patrocinado pela Stash)
    Melhor Provedor de Serviços de QA e LocalizaçãoMelhor uso de IP
    AN Games
    Century Games
    DENA
    Dream Games
    King
    Microfun
    Peak Games
    Pearl Abyss
    SciPlay
    Snowprint Studios
    Supercell
    SuperPlay
    Tripledot Studios
    ustwo games
    Allcorrect
    Amber
    Applivery
    CRAFTSMAN+
    GameScribes
    iXie Gaming
    Keywords Studios
    LocalizeDirect
    Side
    Tamatem Games
    Testronic
    TransPerfect Games
    Avatar Legends: Realms Collide
    DC: Dark Legion
    Disney Solitaire
    Dunk City Dynasty
    Empires & Puzzles x WWE Superstar Quest
    Game of Thrones: Legends
    Harry Potter Hogwarts Mystery
    MARVEL Mystic Mayhem
    Monopoly GO! x Star Wars
    Prince of Persia: The Lost Crown
    Stumble Guys x My Hero Academia
    The Electric State: Kid Cosmo

    Melhor Campanha de MarketingMelhor Jogo de Tendências da AppGallery (Patrocinado pela Huawei AppGallery)Melhor App Store
    Game of Thrones: Legends Worldwide Launch (Zynga)
    Go for the Gold’ with John Stamos (SciPlay/Goldfish Casino)
    Hay Day x Gordon Ramsay (Supercell)
    Monopoly GO!: ‘Friendship Pays’ (Scopely)
    Monument Valley 3 (ustwo games)
    PlanetPlay’s Make Green Moves
    Royal Kingdom: Celebrity Campaign (Dream Games)
    War Robots: ‘Meme It Till You Make It’ (MY.GAMES)
    Warhammer 40000: Tacticus ‘Adeptus Custodes Teaser’ (Snowprint Studios)
    Words with Friends x Real Housewives (Zynga)
    WoT Blitz x deadmau5 ‘Blitz Hits Different’ (Playsense)
    Zynga Poker x Rob Riggle (Zynga)
    Evony: The King’s Return
    Gardenscapes
    Hero Wars: Alliance
    Honor of Kings
    PUBG Mobile
    Standoff 2
    Summoners War
    Tree of Savior: NEO
    Applivery
    Aptoide
    Epic Games Store
    Huawei AppGallery
    Oppo Software Store
    Samsung Galaxy Store
    Skich
    TapTap

    Melhor Desenvolvedor Independente (Patrocinado pela Jam City)Melhor uso do BlockchainMelhor Franquia para Sempre
    AbhiTechGames
    Bart Bonte
    Black Salt Games
    Coleplay
    kamibox
    LocalThunk
    Patrones y Escondites
    Rusty Lake
    Shatterproof Games
    Snapbreak Games
    Tapblaze
    Torpor Games
    Animoca Brands (inc The Sandbox)
    Diamond Dreams
    FIFA Rivals
    GOAT Gaming/Mighty Bear
    Immortal Rising 2
    Pixels
    Saga
    TapNation
    Tokyo Beast
    VOYA Games
    ZBD
    Black Desert Mobile
    Candy Crush Saga
    Clash Royale
    CookieRun: Kingdom
    Hill Climb Racing
    Identity V
    Monopoly GO!
    Royal Match
    Subway Surfers
    Summoners War
    The Battle of Polytopia
    Toon Blast
    War Robots
    Warhammer 40,000: Tacticus
    Wuthering Waves

    Melhor uso da AIMelhor Editora (Patrocinado pela Amber)Jogo do Ano
    (Patrocinado pela Appcharge)
    Antidote.gg
    Bitmagic
    Diamond Dreams
    Elevatix
    Layer
    Ludo
    Modl.ai
    Quvy
    Replikant
    TapNation
    Com2uS
    Crunchyroll Games
    FunPlus
    Habby
    HOMA
    Jam City
    Miniclip
    Nazara
    NetEase Games
    Playstack
    Scopely
    Tamatem Games
    Tilting Point
    Voodoo
    Zynga
    Avatar Legends: Realms Collide
    Balatro
    Candy Crush Solitaire
    Capybara Go!
    DC: Dark Legion
    Disney Solitaire
    Dredge Mobile
    Kingdom Rush Alliance
    Kingshot
    Leaving Home
    mo.co
    Monument Valley 3
    PBJ – The Musical
    Pokemon Trading Card Game Pocket
    Royal Kingdom
    Shogun Showdown
    Suzerain (Kingdom of Rizia DLC)
    The Electric State: Kid Cosmo
    Thronefall
    Zenless Zone Zero

    Estrela em ascensão

    Selected directly by the awards committee from the nominations received.

    Mobile Legend (patrocinado pela Xsolla)

    Selected directly by the awards committee.

  • CGO da Copa do Mundo de eSports: “Queremos que os eSports se tornem populares”

    CGO da Copa do Mundo de eSports: “Queremos que os eSports se tornem populares”

    Fabian Scheuermann fala sobre inspiração em Wimbledon e por que os dispositivos móveis têm o maior potencial para jogos competitivos

    A Copa do Mundo de Esports começou na terça-feira, 8 de julho, em Riad, Arábia Saudita, com uma premiação de US$ 70 milhões em 25 torneios e 24 jogos.

    O valor representa um aumento em relação aos US$ 62,5 milhões do ano passado, e a competição já atraiu milhões de espectadores em todo o mundo.

    Conversamos com Fabian Scheuermann, diretor de jogos da Esports World Cup Foundation, para discutir o estado atual da indústria de esports, as oportunidades para a região MENA em jogos competitivos e o objetivo de tornar o cenário mais autossustentável.

    PocketGamer.biz: Você poderia se apresentar e nos contar qual é o seu papel na Esports World Cup Foundation?

    Fabian Scheuermann: Sou o diretor de jogos (CGO) da Esports World Cup Foundation. Meu papel é construir nossas parcerias com publishers, o que implica garantir que o que estamos fazendo aqui seja construir uma plataforma no melhor interesse das publishers, dos jogadores e do ecossistema por trás de cada jogo.

    Como vocês constroem esses relacionamentos com esses parceiros? Como vocês escolhem quais jogos serão representados na Copa do Mundo de Esports?

    Os três fatores críticos que analisamos são: quais são os maiores e mais importantes jogos de esports que existem com um ecossistema existente, o quanto a publisher em geral apoia o ecossistema e quanto dos principais KPIs que ela possui, que são a audiência e o público ao vivo, que podemos trazer para cá.

    Se você olhar para 2025, teremos trazido todas as principais competições de eSports para a Copa do Mundo de Esports. Estamos muito satisfeitos com o resultado de como a construímos nos últimos anos.

    Quão empolgante é a região MENA para você?

    Para nós, é o epicentro dos eSports. Se você olhar para a região MENA como um todo, verá que é uma população muito jovem, em geral, que joga intensamente, especialmente jogos para dispositivos móveis.

    Se você olhar especificamente para o Reino, eles também são a primeira nação a realmente ter uma estratégia nacional de jogos e eSports, e isso está profundamente enraizado em suas ambições. É claro que nós, como Fundação da Copa do Mundo de Esports, e a própria Copa do Mundo de Esports, nos tornamos o centro e o coração disso.

    Com isso, podemos realmente crescer e superar a indústria de eSports e jogos em geral. Isso pode ser visto nas parcerias que construímos, não apenas com as editoras, mas também em todo o ecossistema de eSports, com os jogadores que vêm para cá e os fãs que acompanham o torneio.

    Isso poderia até mesmo levar a uma colaboração com outros países do Oriente Médio?

    Com certeza, se você observar as regiões, elas definitivamente buscam colaborar mais e sempre colaboraram entre si. Mas é a Copa do Mundo de ESports. Para sermos verdadeiramente relevantes globalmente, trabalharemos em estreita colaboração com outros países que desejam se aprofundar na indústria de eSports e jogos para virem para cá e construirem colaborações globais.

    Que oportunidades existem que outros mercados podem não ter?

    Eu falaria principalmente do próprio Reino. Se você observar a população aqui, verá que é extremamente jovem. 67% têm menos de 35 anos e você pode ver isso nas ruas, eles estão jogando. Faz parte do estilo de vida deles.

    E com a estratégia nacional de jogos e eSports, isso realmente ajudou a desenvolver esse ecossistema cada vez mais. Não está apenas arraigado na vida cotidiana deles, mas também na escola.

    Tornou-se parte do sistema educacional que eles têm aqui. Eles estão jogando na escola e isso ajuda a formar a próxima geração de jogadores profissionais.

    Que lições vocês aprenderam com a EWC do ano passado e como isso influenciou a edição deste ano?

    Em geral, nossa visão é realmente criar uma plataforma para o público mais amplo de jogos e eSports globalmente. Isso não envolve apenas os títulos de campeonatos de clubes e os torneios que realizamos aqui, mas também o festival. Se considerarmos esses dois fatores, trazer os melhores jogos e os melhores jogadores com premiações que mudam vidas, essa é a nossa verdadeira visão e é a partir dela que queremos crescer.

    Muitos desses aprendizados são: precisamos fechar mais três ou quatro títulos, como fizemos com Valorant, Fatal Fury e Crossfire, e queremos nos tornar mais globais. Com o Crossfire, vocês verão que estamos alcançando mais o público asiático para cultivar uma Copa do Mundo de ESports verdadeiramente global.

    E também, se você observar a programação do clube, adicionamos muitas equipes asiáticas e chinesas para garantir o equilíbrio entre nossa presença e interesse globais.

    Continuaremos focando nesses aprendizados e talvez haja mais jogos, talvez expandamos a programação de campeonatos de clubes, mas concretizar nossa visão é a chave aqui.

    Quais são seus planos de longo prazo para a Copa do Mundo de Esports?

    A Copa do Mundo de Esports existe para realmente impulsionar a indústria, não apenas nos esports, mas também nos games, e estabelecer o Reino como um centro para essa inovação. Se analisarmos a Copa do Mundo de Esports, somos a plataforma no centro da estratégia nacional de games e esports para o crescimento dessa área.

    Tudo o que estamos fazendo é para servir e aprimorar o ecossistema global de esports. Isso significa que pode haver novos jogos chegando, nos quais tentaremos trabalhar em conjunto com as editoras para garantir que representemos melhor suas comunidades ano após ano.

    Queremos que os eSports se tornem populares para o público mais amplo dos jogos e, além disso, como um esporte global. Essa é a visão definitiva.

    Vocês estão se inspirando ou aprendendo com outros torneios internacionais para ajudar a moldar o EWC?

    A resposta para essa pergunta é dupla. Primeiro, se quisermos nos aproximar do público dos eSports, precisamos realmente nos manter fiéis a eles. Observando os torneios que realizamos este ano, 11 deles são coorganizados. É isso que podemos aprender com os eventos deles para garantir que aproximamos a marca deles da nossa.

    No entanto, se eu observar como nos tornamos mais populares, não olhamos para eventos de eSports, mas sim para eventos esportivos reais. O melhor exemplo disso é Wimbledon, porque é mais do que apenas um evento de tênis; é um evento social onde as pessoas se reúnem e têm seu próprio festival. Com morangos e creme e tudo mais.

    É muito acessível para um público mais amplo, mas, ao mesmo tempo, você também pode acompanhar os torneios no centro. É exatamente isso que estamos fazendo aqui, não apenas para um único esporte, mas para 24, e potencialmente mais nos próximos anos. Espero que possamos construir esse legado um pouco mais rápido do que Wimbledon.

    De todas as diferentes plataformas (mobile, PC e console), qual você acha que tem o maior potencial de crescimento?

    Claramente, para mim, a resposta são os jogos para celular. Se você olhar para a base de usuários em potencial ou a base de usuários existente, ela é muito maior do que PC e console. Quantas pessoas podemos alcançar e quantos desses jogadores podemos transformar em fãs de eSports? Não há bases de jogadores maiores do que em jogos para celular. Isso vale tanto para os mercados estabelecidos quanto para os emergentes.

    Outras figuras da indústria de jogos e entretenimento não estão convencidas pelos eSports, alegando que eles não podem ser autossustentáveis. Como os eSports podem se tornar autossustentáveis e como você está contribuindo para isso?

    A resposta para isso tem várias camadas. Se você observar os esportes tradicionais, que é o que fazemos, para popularizar os eSports, precisamos comparar a sustentabilidade dos eSports com a sustentabilidade dos esportes tradicionais.

    Observando os esportes tradicionais, muitas vezes eles só são sustentáveis graças ao financiamento dos governos locais. Por exemplo, o futebol americano no Reino Unido, o futebol americano na Alemanha, a NFL com seu sistema de apoio universitário. Tudo isso é financiado pelo governo ou por meio de subsídios governamentais.

    Isso também precisa acontecer com os eSports para torná-los sustentáveis. Eles não podem se sustentar apenas com patrocínios e a receita que geram. Eles precisam se tornar um esporte de verdade, o que significa que precisam de subsídios governamentais para elevá-los.

    Para isso, precisamos impulsionar os eSports juntos para que se tornem populares, e é isso que estamos fazendo. Juntamente com as editoras, o ecossistema e as partes interessadas, estamos profissionalizando o ecossistema.

    A Copa do Mundo de Esports está comprometida em trabalhar a longo prazo com as editoras para garantir que elas criem auxílio financeiro para os jogadores e as equipes.

    Como você se sente em relação ao futuro dos eSports local e internacionalmente?

    Localmente, acho que as iniciativas certas estão disponíveis. Precisamos seguir em frente, o que levará um pouco de tempo para atingir seu potencial máximo, mas estamos lançando as bases construindo esta plataforma e expandindo-a com o ecossistema e as partes interessadas.

    Globalmente, precisamos superar obstáculos e crescer juntos. Estou falando particularmente das equipes das editoras, dos jogadores dessas equipes e dos organizadores de torneios, que precisam se unir e ajudar a impulsionar esta indústria a partir de onde ela está agora e crescer além do nosso teto atual.

    Espero que, a médio prazo, os governos nos ajudem a romper esse teto e crescer além dele para que os eSports sejam reconhecidos como um esporte global.

  • Eriksholm: The Stolen Dream aposta em furtividade com história de coragem silenciosa

    Eriksholm: The Stolen Dream aposta em furtividade com história de coragem silenciosa

    Em sua estreia no cenário internacional, o estúdio sueco River End Games apresenta um drama com foco na furtividade

    Algumas estreias não passam despercebidas. Fundado em 2020 na Suécia e integrado à Nordcurrent Labs, o estúdio River End Games surge com uma proposta ambiciosa logo em seu primeiro lançamento. Eriksholm: The Stolen Dream busca destacar temas como autoritarismo, desigualdade social e laços familiares, usando uma perspectiva isométrica que valoriza tanto o silêncio quanto a tensão.

    Longe de adotar soluções fáceis, o título opta pela furtividade como principal forma de interação e entrega um mundo onde tudo é construído com atenção ao detalhe, que remete a Europa do século passado. Ao colocar a jovem Hanna no centro da narrativa, o jogo combina vulnerabilidade e resistência em uma jornada guiada pelo instinto e pela urgência.

    Elo entre irmãos

    Eriksholm: The Stolen Dream nos leva diretamente para a cidade de Eriksholm, que dá nome ao jogo e é inspirada na Escandinávia do século XX. Acompanhamos a jornada de Hanna, que está a procura de seu irmão, Herman, desaparecido de um dia para o outro. Sem entender o que está acontecendo, após o sumiço de Herman, a polícia vai até a casa onde os dois moravam a procura dele e decide levar Hanna à força para um interrogatório. Mas, como boa sorrateira que é, Hanna consegue fugir das autoridades e parte em uma aventura para encontrar seu irmão.

    A trama principal gira em torno do que aconteceu com Herman, mas o universo do jogo apresenta várias outras subtramas, como a praga do coração que assombra os moradores da cidade, a opressão policial sobre os trabalhadores, a pobreza crescente e o avanço das máquinas, que vêm tirando o emprego das pessoas. Tudo isso é mostrado de forma sutil ao longo das oito fases que o título oferece, e a maneira como a desenvolvedora construiu esse universo ficou bem interessante.

    O que realmente merece destaque na história, além de personagens como Alva e da atuação de Hanna, são os gráficos durante as cenas narrativas. As expressões faciais estão entre as melhores da geração, com sincronia labial impecável. Os personagens não têm aquele olhar vazio comum em muitos jogos. Em vários momentos, essa qualidade visual se aproxima do que foi visto em Hellblade II, o que impressiona ainda mais considerando que a jogabilidade é isométrica. Foi uma aposta ousada da desenvolvedora — e que deu certo.

    Boa e velha furtividade

    Ter foco na furtividade misturado com a câmera isométrica pode parecer uma combinação difícil de funcionar, mas a desenvolvedora fez isso com maestria. Hanna é bem ágil e a furtividade funciona bem, mas por ser o principal foco da jogabilidade, o ritmo pode ficar um pouco repetitivo após algumas horas, mesmo com tentativas pontuais de variar a experiência.

    Boa parte do cenário pode ser usada contra e ao nosso favor. Usar os pássaros para distrair os guardas, por exemplo, é bem útil quando estamos na cidade, mas ao mesmo tempo pode atrapalhar justamente por chamar atenção quando não queremos. Dentro de casas, fábricas e em cenários ao ar livre, há trechos com chão metálico que produzem barulho e atraem os guardas, e em boa parte desses momentos é preciso criar alguma distração que anule o som, como ligar maquinários barulhentos. Também é possível usar janelas para observar o que há do outro lado antes de entrar, ajudando na elaboração de um plano de fuga mais seguro.

    O título conta com uma variedade ótima de fases, com cenários bem ricos em detalhes por conta da visão isométrica, que pode ser ajustada para afastar ou aproximar a câmera. Hanna pode realizar diversas ações pelo mapa, como escalar portões e usar telhados para escapar dos inimigos. Ser visto pelos guardas significa fim de jogo, assim como se algum deles encontrar um colega apagado pela zarabatana, que é uma das ferramentas que podemos usar.

    Outro ponto positivo nas fases é parar para ouvir os guardas ou os próprios moradores da cidade. Muitos diálogos ajudam a expandir a trama, mostrando o temor que as pessoas sentem pela praga do coração. Também há bilhetes e colecionáveis espalhados, e a própria Hanna comenta sobre alguns deles, que ficam disponíveis no inventário para análise posterior.

    Pode parecer que o título se torna repetitivo por conta do foco na furtividade e da ausência de combate direto, mas ele quebra essa monotonia com alguns quebra-cabeças bem colocados. Um dos mais relaxantes envolve o uso de um guindaste que interage com o cenário, exigindo que pegássemos baterias para alimentar uma ponte. Momentos assim ajudam a refrescar o ritmo da campanha.

    Eriksholm: The Stolen Dream é um ótimo exemplo de como um jogo pode equilibrar simplicidade mecânica e riqueza narrativa. A proposta centrada na furtividade não apenas sustenta a experiência, como também permite que o ritmo acompanhe os dilemas e silêncios da protagonista. O mundo ao redor contribui com subtramas que aprofundam a crítica social, e a escolha da perspectiva isométrica dá espaço para explorar o cenário sem perder o tom dramático.

    Ainda que o ritmo possa parecer lento para alguns, o título recompensa quem se envolve com sua proposta e enxerga além da ação. O trabalho artístico nas cutscenes impressiona, principalmente pela expressividade dos personagens e pela qualidade da animação facial. Ao final da campanha, o jogo reafirma que não precisa de combates para impactar o jogador.

  • Where Winds Meet ganha 10 minutos de jogo

    Where Winds Meet ganha 10 minutos de jogo

    Promissor RPG Chinês mostra mais da sua exploração e atividades.

    A desenvolvedora Everstone Studio, em parceria com a NetEase Games, acaba de lançar um novo trailer de Where Winds Meet, seu promissor RPG de ação de origem chinesa.

    O vídeo apresenta 10 minutos de gameplay, destacando a exploração de uma das cidades do jogo, tanto durante o dia quanto à noite. Também é possível ver um minigame de combate, mostrando uma variedade de atividades presentes na aventura, e uma batalha com chefe.

    Where Winds Meet é um épico de ação e aventura em mundo aberto, inspirado nas tradições de Wuxia. Ambientado na conturbada China do século X, o jogador assume o papel de um jovem mestre espadachim em busca da verdade sobre seu passado e dos segredos que cercam sua identidade.

    Com foco na exploração das artes marciais Wuxia, o jogo permite criar e personalizar seu personagem e estilo de progressão por meio de um sistema de combate único, baseado na filosofia oriental. Será possível desbloquear e aprimorar diversas armas e habilidades, tanto tradicionais quanto exóticas.

    O combate é centrado em confrontos corpo a corpo, com o uso de armas como lanças, espadas, lâminas duplas, glaives, guarda-chuvas e leques. Entre as habilidades especiais disponíveis estão Golpes de Acupuntura, Rugido do Leão, Colheita Compassiva, Tai Chi, entre outras técnicas específicas.

  • Retrocon 2025: dias, horários, jogos, convidados e tudo sobre edição deste ano da feira retrô de games

    Retrocon 2025: dias, horários, jogos, convidados e tudo sobre edição deste ano da feira retrô de games

    Evento será realizado de 25 a 27 de julho, no Transamerica Expo Center

    A Retrocon 2025, edição deste ano da maior feita retrô de games do Brasil, está chegando. O evento, voltado tanto para colecionadores de consoles e jogos antigos quanto para entusiastas de novos lançamentos que procuram replicar a estética e jogabilidade de clássicos do passado, será realizado de 25 a 27 de julho, no Transamerica Expo Center, localizado no bairro Santo Amaro, zona sul de São Paulo.

    Entre os convidados internacionais do evento, um dos grandes destaques é o compositor japonês Yuzo Koshiro, criador da trilha sonora de jogos como The Revenge of Shinobi, Streets of Rage 1, 2 e 3, Sonic the Hedgehog de Master System, Castlevania: Portrait of Ruin e muitos outros. Koshiro estará na Retrocon para divulgar seu novo jogo, Earthion, shoot’em up retrô com estética 16 bits que será lançado tanto para plataformas, modernas, em 31 de julho quanto para Mega Drive, que terá uma versão em cartucho lançada em 2026.

    Além de Yuzo Koshiro, o compositor Barry Leitch, criador da trilha sonora de Top Gear, Horizon Chase, Worlds of Ultima: The Savage Empire e Gauntlet Legends, também participará da Retrocon 2025 e fará um show no palco do evento. O show promete uma jornada nostálgica com a trilha completa de Top Gear, tocada ao vivo por Barry Leitch ao lado da banda MegaDriver e do convidado especial Thiago Adamo.

    Outro destaque do evento será o museu de produtos antigos da TecToy, marca que representou oficialmente a Sega no Brasil durante os anos e foi responsável pela distribuição de consoles como Master System e Mega Drive no país.

    A marca contará com dois estandes durante o evento. Um deles apresentará um pequeno museu com produtos antigos da TecToy, localizado na Rua L4 e 5. Entre os equipamentos expostos estarão: DreamCast; Kit SegaCD; Light-Phaser; Pense Bem; Show do Milhão; Mônica – o resgate; MD Play; Master System; Estrelinha; Urso Ted e Atari. Além disso, uma área para fãs estará em funcionamento para que os visitantes possam jogar Atari durante as atividades.

    A TecToy também levará para o evento produtos novos, como destaque para os PCs gamers portáteis Zeenix Pro e Zeenix Lite, fontes de ouvido intra-auricalar, câmera instantânea térmica e mochila oficial da empresa.

    Em comemoração do aniversário de 25 anos de Outlive, RTS brasileiro lançado no começo dos anos 2000, a desenvolvedora Continuum também estará na Retrocon 2025, que será palco de uma série de ativações que marcam o retorno do clássico de estratégia em tempo real.

    Em comemoração aos 25 anos do lançamento do Outile original, o estande da Nuuvem contará com experiências exclusivas para os visitantes. Entre os destaques está a estreia do primeiro episódio do documentário Outlive 25: Remasterizando um Clássico, que mostra os bastidores do processo de criação da nova versão do icônico RTS brasileiro, além de revelar os segredos e truques que tornaram o Outlive um jogo de alta performance. A equipe da Continuum estará presente no palco da área indie para falar de Outlive 25 e trazer novidades sobre a versão remasterizada do game.

  • Wildgate

    Wildgate

    Wildgate é um FPS baseado em tripulação desenvolvido pela Moonshot Games, e ainda que gameplay possa lembrar alguns hero shooters, como Overwatch e Fortnite, o título entrega um team shooter que não envolve somente PvP, mas PvE também. Apesar da variedade de jogos do gênero space crew sendo desenvolvidos atualmente, o título desenvolvido pela Moonshot e publicado pela Dreamhaven se destaca ao entregar partidas variadas, evitando a repetitividade ao possibilitar que os jogadores adotem abordagens táticas distintas.

    Acessível e visualmente atraente

    Ao iniciar o tutorial, os aspectos que imediatamente chamaram a minha atenção foram os elementos gráficos bem detalhados em um universo de cores vibrantes. O espaço é repleto de minérios e asteroides, com dezenas de objetos e naves em constante movimento, o que poderia prejudicar a gameplay com quedas de FPS — mesmo assim, o jogo rodou sem travamentos de qualquer tipo no Xbox Series S. Outro ponto que impressionou positivamente foi a qualidade da dublagem e das legendas em PT-BR, tornando o jogo mais acessível.

    Após as primeiras impressões, foi a hora de entender as mecânicas e objetivos de Wilgate. Confesso que fiquei com receio de receber muita informação ao mesmo tempo ou não me adaptar rapidamente, já que é possível viajar pelo universo, lutar com criaturas do ambiente, minerar combustível e outros recursos para manter o funcionamento da nave, além de reparar danos feitos durante ataques, lutar com outros players e identificar objetos ao redor com o auxílio da sonda, entre outras atividades.

    No entanto, senti que, após assimilar o funcionamento dos equipamentos no tutorial e de disputar duas partidas em equipe que resultaram na destruição consideravelmente rápida da minha nave, comecei a gradualmente adotar um modo de jogo mais automático e consegui analisar melhor o momento certo para executar funções específicas.

    Sobre os personagens jogáveis disponíveis — também conhecidos como prospectores —, as opções são bem limitadas, mas variadas em backstory, características e habilidades. Uma vantagem que pode ajudar a garantir a vitória no modo Caçada ao Artefato, que é a partida padrão composta por 20 jogadores divididos em 5 tripulações, é decidir qual tipo de estratégia a equipe vai usar e qual papel cada um dos quatro jogadores vai desempenhar antes do início de cada partida. Isso permite que o personagem selecionado tenha as habilidades ideais para a função atribuída a cada membro da equipe.

    Eu me divertia mais invadindo naves inimigas e roubando armas do que minerando, pilotando a nave ou fazendo reparos do que foi danificado. Ao perceber isso, comecei a selecionar mais Kae, invasora com habilidades que facilitam meu estilo de gameplay. Os gadgets desbloqueados após subir o nível do prospector ao concluir missões e vencer partidas também são de grande ajuda, bastando analisar bem os itens disponíveis e equipá-los previamente.

    Cada partida permite uma abordagem única, com diferentes formas de alcançar a vitória

    Falando em estratégia, o modo de jogo padrão não se limita a apenas uma forma de ganhar. O objetivo principal é achar o Artefato e fugir pelo viaconfins — o que oferece uma ótima oportunidade para uma gameplay mais furtiva — mas as equipes podem ganhar de outras maneiras, como ser o primeiro a atacar e invadir naves inimigas, roubando o equipamento ou o Artefato que estão escondendo, ou apenas sobreviver até os 60 minutos de partida, que concede vitória a todos os tripulantes vivos.

    Essas diferentes possibilidades oferecem liberdade para os jogadores moldarem as abordagens dependendo da partida. O local que você entra no mapa também faz toda a diferença. Houve momentos em que minha equipe teve facilidade para encontrar o Artefato, então decidimos só minerar e tentar fugir o mais rápido possível. No entanto, a paz começou a virar caos quando outras tripulações localizaram a nossa nave e nos tornaram o alvo principal.

    Essa imprevisibilidade das partidas é um dos maiores atrativos de Wildgate. Eu posso começar de um jeito tranquilo e terminar no meio de uma batalha frenética. No entanto, esses momentos só são divertidos se o jogador conseguir se comunicar com sua equipe. Se não houver comunicação, os momentos de combate entre naves só se tornam estressantes.

    Trabalho em equipe não permite pontas soltas, e isso não é necessariamente bom

    Por ser um space crew, é indispensável que cada tripulante da nave seja importante para levar o time à vitória. No entanto, a comunicação também é imprescindível durante as partidas, tanto quanto as habilidades mecânicas. Embora muitos jogadores optem por não utilizar o microfone — o que é muito comum de acontecer em jogos online —, Wildgate disponibiliza chat e comandos predefinidos fáceis de usar. Entretanto, muitos não utilizam esses recursos disponíveis, e a ausência de qualquer forma de comunicação em Wildgate inevitavelmente leva à derrota.

    A proposta do jogo não permite qualquer forma de independência, principalmente durante o modo 4v4. Os jogadores precisam estar em “sincronia” para o trabalho em equipe funcionar. Não há maneira de organizar uma tripulação durante um combate direto entre naves sem comunicação entre os jogadores. Ser atacado significa revidar com tiros, pilotar para desviar de possíveis colisões, realizar fugas, proteger o interior de invasões e diminuir os danos à nave ao apagar incêndios e reparar janelas. Além disso, um membro deve estar preparado para invadir e considerar roubar armas dos inimigos. Tudo em Wildgate acontece muito rápido, e qualquer segundo perdido te aproxima cada vez mais da derrota.

    E tem como piorar, já que um integrante da equipe pode sair antes mesmo de a partida começar, fazendo com que a tripulação de três membros esteja em extrema desvantagem logo no início. Não há nem mesmo um bot para ajudar, é só o trio esperando o fim praticamente inevitável, pois é impossível executar todas as demandas do jogo com um integrante faltando. Ou seja, tempo perdido e derrota certa.

    Dito isso, se o jogador e mais três amigos estiverem dispostos a pagar o preço do jogo e formarem uma tripulação, perfeito! A equipe não encontrará dificuldades em momentos que exigem ações rápidas e comunicação sincronizada. Agora, caso o jogador esteja sozinho — como foi o meu caso — e tiver que achar uma equipe disposta a se comunicar entre si, a sorte vai estar nas partidas em que sua nave não foi destruída já nos primeiros minutos de jogo.

    Funções ignoradas por um bem maior: aproveitar o FPS

    Outro ponto a ser considerado são as funções que ninguém quer exercer (eu inclusa). Quando jogamos FPS, a principal coisa que queremos fazer é atirar nos outros, eliminar inimigos e causar dano. Bem, era isso o que eu queria fazer ao jogar Wildgate. Porém, existem muitas outras demandas durante os ataques e ninguém da equipe quer ficar somente dentro da própria nave apagando incêndios (que são muitos) e consertando janelas. Isso faz com que muitos jogadores não tenham nem a oportunidade de realmente aproveitar a partida. Em alguns casos, todos decidem apenas atacar e se divertir, abandonando as “tarefas obrigatórias”. É como se todos pensassem “a partida vai acabar rápido e vamos perder, mas pelo menos vou me divertir durante o PvP”.

    Mas a função que merece um prêmio por ser a mais evitada é a de pilotar. Todos parecem evitar ser o leme, o que pode estar relacionado à baixa velocidade de locomoção da nave, chegando a ser bem irritante em alguns momentos, principalmente quando tentamos evitar colisões com asteroides ou fugir de ataques inimigos. O boost e recursos de aprimoramento ajudam, mas não resolvem o problema. E, mesmo que minerar combustível auxilie no aumento da velocidade, ninguém quer passar a partida inteira fazendo somente isso.

    Talvez a situação melhore caso o jogador suba de nível para desbloquear recompensas ou decida investir em itens na loja — mas, mesmo assim, será preciso ter sorte para que sua nave seja escolhida para as partidas.

    Mais jogadores na equipe ou um sistema de funções pré-definidas até ajudariam a resolver o problema, mas nada disso fará diferença se as tarefas não ocuparem menos tempo durante os momentos mais decisivos para a vitória.

    Novidades e atualizações podem trazer futuro promissor

    Apesar das dificuldades enfrentadas por jogadores solo, jogar com amigos ou com uma equipe organizada e comunicativa pode tornar a experiência de jogar Wildgate muito mais agradável. A gameplay — quando você está jogando de verdade, do jeito que realmente quer — é bastante divertida e pode entreter por horas. Mas é preciso que a Moonshot implemente novidades e atualizações para manter o interesse pelo jogo vivo.

    O universo de Wildgate é bem extenso, sendo impossível conseguir explorar tudo em uma só partida (eu joguei várias e não cheguei nem perto disso). No entanto, após admirar a beleza e as cores do mapa pela primeira vez, o jogador acaba percebendo que quase nada muda ao passar a maior parte do tempo vendo minérios e asteroides à espera de encontrar um novo lugar para explorar ou uma nova equipe para enfrentar. Esse pode não ser um problema que afete a jogabilidade em si, mas é algo necessário para manter os servidores em alta. Mesmo sendo um jogo ambientado no espaço, é possível trazer novidades cada vez mais interessantes com um ciclo regular de atualizações. Jogos online estão em constante transformação ao aprimorar a experiência para os jogadores, só resta saber se Wildgate irá aproveitar a oportunidade e conquistar seu lugar entre os grandes títulos do gênero.

    O Veredicto

    Wildgate entrega uma gameplay divertida, combates frenéticos e visual chamativo, destacando-se por oferecer liberdade para explorar diferentes estratégias de jogo. No entanto, a experiência pode acabar sendo limitada ao obrigar o jogador a escolher entre curtir os combates de FPS ou se colocar de lado em momentos de ação para focar em tarefas obrigatórias e garantir a vitória da equipe. A comunicação também é um fator essencial, podendo ser um grande problema para aqueles que não têm um time pré-definido. Para jogar com amigos, porém, Wildgate é um jogo online inegavelmente divertido, garantindo entretenimento por horas ininterruptas.

  • Apresentando Call of Duty: Mobile Temporada 7 — Phantom Current

    Apresentando Call of Duty: Mobile Temporada 7 — Phantom Current

    Mergulhe nas profundezas da superfície em Call of Duty®: Mobile Temporada 7 — Corrente Fantasma e desbloqueie recompensas temáticas de alto-mar no Passe de Batalha, corra até a linha de chegada em um novo Modo de Corrida de Carros RC-XD, lute com o novo Operador Mítico Pastor Sombrio e escape do Gulag pela primeira vez em Call of Duty®: Mobile.

    Mergulhe nas profundezas da superfície em Call of Duty®: Mobile Temporada 7 — Corrente Fantasma. Corra até a linha de chegada no novo Modo Multijogador de Corrida de Carros RC-XD, abrace a escuridão com o Sorteio Mítico Pastor Sombrio e garanta conteúdo temático em um Sorteio e evento no jogo com a colaboração da Linha de Frente das Garotas. E pela primeira vez em Call of Duty®: Mobile, o Gulag aparece como um evento por tempo limitado.

    Explore os mistérios das profundezas no Passe de Batalha desta temporada com a MG 82 LMG, a Drill Charge Reskin C4 e uma nova sequência de pontuação do Bomb Drone, além de uma variedade de projetos de armas com temas náuticos, skins de operador, pacotes e muito mais.

    Multijogador: Novo Modo

    Alta velocidade e altos riscos! No novo Modo Multijogador turbo — Mini Mayhem, os jogadores podem correr com carros RC-XD em vários mapas. Jogue sozinho ou com até oito amigos em competições de várias voltas. Pise fundo no acelerador para acelerar e ultrapassar os oponentes; mas cuidado — se cair em uma zona de morte, os carros explodirão imediatamente, forçando os pilotos a reaparecerem no ponto de controle mais próximo. Vença corridas para subir na classificação e desbloquear skins personalizadas para os veículos.

    Battle Royale: Gulag chega

    Pela primeira vez em Call of Duty: Mobile, o Gulag chega como um evento por tempo limitado, exclusivamente para o Mapa Isolado na Temporada 7. Após a primeira eliminação, os jogadores serão transportados para um mata-mata 1×1. Sobreviva para reposicionar ou pereça e assista até que um companheiro de equipe compre sua dog tag de volta na Estação de Compra. Todos os jogadores receberão uma tentativa padrão de Gulag e mais podem ser garantidas com os Bilhetes do Gulag, disponíveis na Estação de Compra.

    Novo curinga – Skill Overdrive

    Mergulhe de cabeça nas profundezas ao equipar uma Habilidade de Operador extra com o novo Curinga de MP. Mas esteja avisado: habilidades poderosas têm um custo alto e podem perturbar o delicado equilíbrio.

    Phantom Current Battle Pass: New Weapon, Scorestreak

    O Phantom Current Battle Pass inclui itens gratuitos e premium, incluindo novas skins de operador, armas, Scorestreak e pontos Call of Duty adicionais para gastar na sua próxima compra do Premium Pass ou na loja.

    Níveis gratuitos do Passe de Batalha

    Afunde seus inimigos com a nova metralhadora leve MG 82, com sua cadência de tiro alucinante e alta capacidade de carregador. Voe alto com o novo Drone Bomba Score Streak e ganhe outras recompensas gratuitas, incluindo uma variedade de Skins, Projetos de Armas, Moedas de Cofre e muito mais.

    Níveis do Passe Premium

    Compre o Passe Premium para ter a chance de aproveitar todo o novo conteúdo da transmissão da Corrente Fantasma, incluindo Farah — Furtividade, Kreuger — Seis Profundo, Ethan — AQUA-44 e Stone — Painkiller. Desbrave as marés sombrias com Projetos de Armas como o KN-44 — Angler, o QQ9 — Odyssey 09, o Peacekeeper MK2 — Technautilus, o XPR-50 — Hidrofólio e o MG 82 — Dreadnought, baseados na nova arma da Temporada 7.

    Assinaturas do Passe de Batalha: Aliste-se nas Forças Terrestres comprando uma Assinatura do Passe de Batalha, que concede recompensas mensais adicionais, além de um aumento de 10% na XP do Jogador e da Arma, cupons de desconto e descontos limitados em compras de 10 caixas.

    As Forças Terrestres da Temporada 7 desbloquearão a Skin de Operador Zane — Temporada das Monções, o Projeto de Arma SKS — Ataque de Porta-Aviões e a Mochila — Ataque de Porta-Aviões.

    Season 7 In-Game EventsEventos no jogo da 7ª temporada 

    Passe de Desafio: Conclua as Missões Padrão, Especiais e Elite para progredir no Passe de Desafio da Temporada 7. Use os Tokens de Desafio que você ganhou para comprar itens na Bolsa, incluindo diversas skins de armas e recompensas temáticas de verão, como Soap — Toxic Splash, Tak-5 — Propeller e a série de camuflagem Jet Skies.

    Reservas Secretas: Uma nova arma lendária está pronta para começar a progredir, a RUS-79U — Mystical Lamp. Esta nova arma de alta qualidade vem com um sistema de Marco de Reservas Secretas, oferecendo mais recompensas para jogadores que interagem regularmente com Reservas Secretas.

    Girls Frontline: A mais recente colaboração para Call of Duty: Mobile também vem com suas próprias recompensas de evento gratuitas! Este evento terá uma variedade de tarefas e maneiras de ganhar recompensas, seja por meio de tarefas básicas de login diário ou desafios mais complexos vinculados a partidas Battle Royale ou Multijogador. Confira a aba de Eventos no jogo ao longo da temporada para novas maneiras de ganhar recompensas gratuitas. Você pode encontrar todos esses eventos no jogo na aba Eventos no lado esquerdo do lobby principal.

    Atualização da loja: Novo sorteio mítico, Girls Frontline

    Novo Sorteio de Operador Mítico: Entre no vazio e abrace a escuridão com o Pastor Sombrio, que apresenta uma armadura semelhante à de um ceifador e sua foice característica. Este Sorteio apresenta o ameaçador Operador, além de dois novos Projetos de Arma: a arma lendária mortal AS-VAL — Atirador das Sombras — e a Foice Lendária — Gume de Solda, uma arma corpo a corpo de fio afiado que certamente infundirá medo nos corações dos seus inimigos.

    Após adquirir o Pastor Negro — Fantasma, um caminho de aprimoramento Mítico será desbloqueado para ajudar a fornecer opções para personalizar verdadeiramente este agente. Este caminho de aprimoramento inclui visuais aprimorados para sua skin, novos efeitos de abate, novas retículas de armas, visuais personalizados para o Battle Royale e muito mais.

    Lançamento de Girls’ Frontline: Girls’ Frontline está aqui pela primeira vez nesta versão de Call of Duty: Mobile, então não perca a chance de obter conteúdo temático em um sorteio, pacote e Caixa-Forte.

    O sorteio inclui a Scylla — operadora ASM10 e a ASM10 — arma lendária Girls’ Frontline ASM10. O pacote inclui uma arma lendária adicional, enquanto a Caixa-forte tem mais de uma dúzia de armas, camuflagens e muito mais, todos com temas de diferentes personagens de Girls Frontline.

    Novos Sorteios Lendários: Domine o alto mar com a Skin Lendária Nyx e a USS 9 — Mares Espectrais no Sorteio Mares Sangrentos. No Sorteio Insondável, colete itens como a Skin Operador Batisfera, pronta para o mar profundo, e um Projeto de Arma Lendário JAK-12 — Profundezas Salgadas. Alcance o ápice da sua destreza em combate com a Skin Operador Lustre e o Projeto de Arma Grau 5.56 — Marés Imensas no Sorteio Marés Quebradas.

    Evento de CP Duplo: Mais uma vez, ganhe o dobro de Pontos COD (CP) comprados ao longo da Temporada 7, uma ótima chance de continuar aumentando sua moeda do jogo para suas próximas compras valiosas. Todos podem ser adquiridos no jogo ou na Loja Online para regiões selecionadas.

    Cofre do Passe de Batalha: Dois Passes de Batalha chegam ao Cofre nesta temporada — Zumbis Estão de Volta (Temporada 9, 2022) e Fronteira Suprema (Temporada 11, 2022).

  • Delta Force: lançamento da Garena une ação tática e dublagem brasileira para conquistar o mercado

    Delta Force: lançamento da Garena une ação tática e dublagem brasileira para conquistar o mercado

    São Paulo, 3 de maio de 2025 – A Garena apresentou oficialmente neste sábado (3), durante a gamescom latam 2025, o lançamento de Delta Force no Brasil. O novo título chega com a proposta de se tornar o FPS definitivo para mobile e PC, oferecendo modos inéditos e uma experiência de combate imersiva e estratégica.

    Durante o painel “Garena Delta Force: Operação no Brasil”, Julio Vieitez, head de distribuição da Garena e André Ingutti coordenador de produto detalharam os principais diferenciais do game, que já ocupa o primeiro lugar nas lojas de aplicativos há 11 dias consecutivos.

    Um dos grandes destaques é o modo multiplayer 24×24 jogadores, algo inédito em jogos para celular. “É uma experiência de combate ampla, com imersão e escala que ainda não havíamos visto em dispositivos móveis”, comentou Vieitez.

    Outro ponto enfatizado foi a localização completa para o Brasil, com dublagem em português feita por vozes conhecidas, respeitando o estilo e o jeito de jogar do público local. “A dublagem é um elemento essencial para a imersão, e sabemos o quanto isso importa para os brasileiros”, explicou Ingutti.

    No quesito técnico, o time de desenvolvimento se destacou pela otimização gráfica do jogo mobile, conseguindo equilibrar fidelidade visual com uma alta taxa de quadros por segundo, mesmo em dispositivos menos potentes.

    Mapas, veículos e estratégia tática

    Os mapas do Delta Force também chamaram atenção: com grande escala, verticalidade e áreas destrutíveis, eles oferecem múltiplas possibilidades de movimentação e estratégia, incluindo o uso de veículos para suporte e domínio de território.

    Além dos modos Zona de Risco e Conquista, o jogo aposta em progressão estratégica. À medida que os jogadores avançam, desbloqueiam personagens e aprendem a usar veículos, novas possibilidades táticas são liberadas, mantendo o jogo dinâmico e desafiador. A publisher já visa planos de expansão para novos conteúdos, personagens e modos, especialmente para o Brasil.

  • Crimson Desert é um espetáculo visual e técnico, mas peca em intuitividade | Preview Hands-On

    Crimson Desert é um espetáculo visual e técnico, mas peca em intuitividade | Preview Hands-On

    Alta complexidade dos comados pode espantar jogadores mais casuais, mas o mundo aberto impressiona

    Mesmo sem ter sido lançado, Crimson Desert se trata de um velho conhecido para os entusiastas dos videogames. Anunciado pela primeira vez em 2019, o jogo surgiu como um derivado de Black Desert Online, MMORPG da Pearl Abyss, mas que tomou um rumo diferente desde sua revelação ao público. Com janela de lançamento para o fim de 2025, tornou-se uma experiência completamente single player fora do universo de seu predecessor e aposta em uma experiência massiva de mundo aberto com grande foco em liberdade de gameplay e combate inovador. Entretanto, o que deveria ser um diferencial positivo se tornou uma barreira significativa até mesmo para jogadores experientes.

    IGN Brasil teve a oportunidade de testar uma versão não finalizada ao lado de Will Powers, representante de PR da Pearl Abyss. Em uma sessão de aproximadamente 40 minutos, tivemos acesso a uma das missões iniciais da campanha, além de uma seleção de quatro chefes que exploram as mecânicas introduzidas ao jogo.

    Antes de entrar em detalhes da jogabilidade, é importante ressaltar o trabalho da desenvolvedora em apresentar um espetáculo visual e técnico. Desde seu trailer de gameplay revelado na Gamescon 2023, Crimson Desert chamou muita atenção pela quantidade de elementos e peculiaridades que pareciam extremamente únicos e promissores, mas que deixavam qualquer pessoa calejada com as decepções da indústria bem apreensiva.

    O que podemos afirmar é: tudo funciona sem grandes problemas de performance. O mundo de Pywel é vívido e imersivo, a interação com o cenário é impressionante e seus gráficos trazem uma quantidade anormal de partículas em movimento, tudo isso sem comprometer o desempenho de uma máquina equipada com uma RTX 4080.

    Desenvolvido no motor gráfico BlackSpace Engine e com suporte às mais modernas tecnologias, Crimson Desert aposta em um realismo alcançado através de pilares como captura de movimento em todas as animações de seus personagens humanóides, interação e destruição de cenário 100% baseada em física renderizada em tempo real e um mapa com área total semelhante à soma de The Witcher 3 com Assassin’s Creed Odyssey. Sim, o mundo aberto é enorme.

    Agora com a merecida aclamação técnica, podemos entrar em detalhes sobre a verdadeira experiência (baseada nessa build inacabada). Jogamos com o protagonista Cliff, um mercenário líder dos Greymanes, em sua jornada por Pywel, um continente fantástico que sofre com uma guerra civil após seu rei cair misteriosamente em um coma mágico. Na missão inicial de nossa jogatina, que deve se passar ainda na primeira hora do jogo, lutamos contra outro grupo de guerreiros bárbaros chamados Blackbears. Por não termos tido acesso à um tutorial propriamente dito, fomos jogados em uma batalha lotada de inimigos rápidos e extremamente agressivos. A seleção padrão de comandos não é comum, mas esse não é grande obstáculo. A maior dificuldade está na combinação excessiva de botões.

    Existem ataques leves, fortes, de estocada, mágicos, agarrões direcionais e neutros, golpes de luta livre, chutes, ataques à distância e mais. A grande maioria desses movimentos são acessados através de dois botões pressionados juntos, como Triângulo + Bola (joguei em um controle de PS5) para realizar o agarrão e R1 + R2 para fazer o ataque que aparenta dar mais dano. Parece uma abordagem arriscada, indo na contramão de uma tendência a controles mais intuitivos nos jogos.

    Tive muita dificuldade logo na primeira batalha. Os ataques mais simples pareciam não fazer efeito significativo, enquanto não estava familiar com os combos e magias. Fora do lado ofensivo, a defesa com escudo não segurava mais de três ataques sem esgotar totalmente a energia de Cliff, que apanhava de mais de dez inimigos ao mesmo tempo. Também existe uma esquiva, mas que não é nem responsiva, nem ágil o suficiente, além de um sistema de parry, que também foi difícil de experimentar pela velocidade altíssima de todos os oponentes. Skill issue? Talvez, mas o combate me parece ser mais complicado do que deveria.

    Após duas tentativas, consegui passar esse “moshpit” de Blackbears e fui apresentado à quatro opções de chefes. Powers explicou que cada um mostrava um tipo de abordagem, um “rápido e irritante”, nas próprias palavras dele, outro mais parrudo e que exigia interação com cenário para tirar maior proveito da batalha, além de outros dois que exploravam outras mecânicas. Escolhi o chamado “Reed Devil”, o tido como irritante, mas que pensei que seria uma boa opção para entender como seria um chefe ágil em meio à um combate acelerado. Posso afirmar que me arrependi um pouco. Deixo abaixo um vídeo, divulgado no próprio canal de Crimson Desert, mostrando um jogador mais familiarizado com os controles na batalha com o chefe.

    Após uma dose alta de frustração e uma saraivada de flechas explosivas, que nesta build estavam particularmente fortes, o chefe foi derrotado e meu período de testes acabou.

    Apesar de todos os pesares, acredito que o saldo para Crimson Desert ainda é positivo. Provavelmente a maioria dos jogadores não irá se aventurar em aprender todos os comandos, e sim focar em apenas três ou quatro que se mostram mais efetivos. Isso faz com que o “teto de habilidade” seja bem mais alto do que outros jogos convencionais, o que pode atrair um público hardcore que certamente irá dedicar centenas de horas ao título da Pearl Abyss.

  • Novo teaser de campanha do Battlefield 6 mostra a OTAN sob ataque e traz de volta a clássica música da franquia

    Novo teaser de campanha do Battlefield 6 mostra a OTAN sob ataque e traz de volta a clássica música da franquia

    Novo teaser de campanha do Battlefield 6 mostra a OTAN sob ataque e traz de volt...配图

    Antecedendo o lançamento do trailer oficial de Battlefield 6, agendado para esta quinta-feira (24), a EA divulgou um pequeno teaser para a campanha do jogo, revelando um conflito de escala global.

    Ambientado em um futuro próximo, o teaser da história mostra a OTAN sob ataque, com a destruição ou invasão de bases e territórios na Geórgia e no estreito de Gibraltar, além do assassinato de um general da aliança militar do Atlântico Norte.

    A organização responsável pelos ataques se denomina Pax Armata. cuja presença repentina gera uma onda de instabilidade global. O teaser revela que diversos países, incluindo a França, decidem abandonar a OTAN e formar uma nova coalizão. Manchetes fictícias questionam se a aliança militar estaria com os dias contados, levantando a dúvida: estaria a OTAN se tornando coisa do passado?

    A prévia termina com a clássica trilha sonora da franquia e um lembrete de que o trailer completo será divulgado nesta quarta-feira, às 12h.

    Um detalhe observado por fãs atentos é a presença do logotipo da BF Studios no final do vídeo. Trata-se do coletivo de estúdios que a EA reuniu para desenvolver o novo jogo, incluindo a veterana DICE, a Ripple Effect (com sede em Los Angeles), a Motive (de Montreal, responsável pelo remake de Dead Space) e a britânica Criterion, conhecida por Need for Speed.

    O teaser também inclui um aviso de que nenhuma fabricante de armas, veículos militares ou equipamentos está afiliada, patrocinando ou endossando o jogo.

    Na conta oficial de Battlefield no X/Twitter, uma mensagem instigante acompanha a prévia: “Pax Armata surge enquanto a OTAN rui. O lema deles? ‘Nossa proteção, sua paz.’ Mas quem está puxando as cordas e com qual objetivo?” A resposta deve vir com o trailer completo amanhã.

    Enquanto isso, os vazamentos recentes dos testes fechados continuam alimentando a expectativa. As imagens mostram ambientes modernos, tiroteios intensos, cenários destrutíveis e até indícios de um modo battle royale.

    Battlefield 6 está previsto para ser lançado até março de 2026, dentro do atual ano fiscal da EA. No entanto, tudo indica que a data exata será anunciada durante a apresentação oficial nesta quarta-feira.

  • Destiny 2: The Edge of Fate 

    Destiny 2: The Edge of Fate 

    Destiny 2: O Limiar do Destino – Expansão em Português

    Sinopse:
    A mais nova expansão de Destiny 2 traz conteúdo inédito para os Guardiões, incluindo

    🎮 NOVA CAMPANHA

    • Desvende os mistérios de The Edge of Fate
    • Missões inéditas com reviravoltas épicas

    💎 ARMAS E EQUIPAMENTOS EXÓTICOS

    • Novas armas lendárias com habilidades únicas
    • Conjuntos de armadura com bônus especiais

    ⏳ EVENTOS TEMPORÁRIOS

    • Desafios exclusivos com recompensas raras
    • Conteúdo sazonal para testar suas habilidades

    ⚙️ SISTEMA DE ARMAS REFEITO

    • Balanceamento completo das classes
    • Novas combinações de builds e playstyles

    Resumo:
    O Limiar do Destino expande o universo de Destiny 2 com:
    ✅ História emocionante
    ✅ Itens poderosos
    ✅ Atividades frescas
    ✅ Gameplay renovado

  • Pragmata

    Pragmata

    Sinopse


    Desenvolvido pela CapcomPragmata é um jogo de ação-aventura inovador ambientado em uma Lua distópica. Com tecnologia de próxima geração, o jogo apresenta:

    • Gráficos hiper-realistas
    • Sistema de física avançado
    • Combate hacker único com dois personagens


    MECÂNICAS PRINCIPAIS

    👨🔬🤖 Dupla Protagonista

    Controle simultaneamente:

    Hugh (humano com habilidades táticas)

    Diana (robô com poderes de hackeamento)

    💻 Combate Hacker

    Desative inimigos invadindo sistemas

    Reconfigure ambientes para vantagem tática

    Exemplo: Hackeie um drone para virar aliado

    🌕 Mundo Distópico Lunar

    Explore bases abandonadas cheias de:

    Tecnologia misteriosa

    IA hostis

    Segredos corporativos

    🎮 Tecnologia de Nova Geração

    Efeitos de gravidade lunar realista

    Iluminação ray-traced

    Animação facial de última geração


    HISTÓRIA

    Após um desastre na colônia lunar, Hugh e Diana precisam:

    1. Desvendar conspirações da IA central
    2. Improvisar equipamentos com recursos limitados
    3. Encontrar um caminho de volta à Terra

  • Street Fighter 6

    Street Fighter 6

    Street Fighter 6 é o mais recente trabalho da série Street Fighter. Ele utiliza a nova engine RE ENGINE, que traz uma melhoria abrangente nos efeitos visuais, e adiciona três novos modos de jogo: Fighting Land, World Tour e Battle Lobby, proporcionando aos jogadores uma variedade de experiências de luta.

    Fighting Land

    Contém modos de batalha clássicos, bem como diversas funções de prática e aprendizado para permitir que os jogadores aprimorem suas habilidades de luta.


    World Tour

    Permite que os jogadores joguem com seus próprios personagens, explorem livremente o mundo do jogo e lutem contra outros personagens.
    Battle Lobby

    Oferece um espaço de batalha online onde os jogadores podem se unir a outros jogadores ou enfrentar vários desafios extremos.

    Novo sistema de luta
    O sistema “Drive” foi introduzido para fornecer opções táticas e habilidades de combo mais diversas, além de ajudar os jogadores a dominar o ritmo e as mudanças de ritmo da luta.


    Operação simplificada
    O jogo oferece um modo de operação simples, para que jogadores iniciantes possam começar facilmente e experimentar a diversão dos combates.


    Multijogador
    Oferece uma rica experiência multijogador, incluindo batalhas em equipe, batalhas extremas e outros modos, permitindo que os jogadores desfrutem da diversão de lutar com amigos ou oponentes online.


    Resumo
    “Street Fighter 6” não apenas mantém a experiência de combate principal da série, como também adiciona modos e sistemas de jogo inovadores para oferecer aos jogadores um conteúdo de jogo mais rico e maneiras mais livres de jogar. Seja um jogador iniciante ou experiente, você pode encontrar sua própria diversão de combate em “Street Fighter 6”.

  • 007 First Light

    007 First Light

    Sinopse


    Desenvolvido pela IO Interactive007 First Light conta a história inédita de um jovem James Bond (antes do codinome 007). Aos 26 anos, você viverá:

    • Treinamento intensivo no MI6
    • Missões para deter um agente traidor
    • transformação de ex-militar em espião lendário

    DESTAQUES

    1. O Jovem Bond

    • Controle Bond aos 26 anos (ainda sem a licença para matar)
    • Personalidade em formação: arrojado, inteligente, mas inexperiente

    2. História Original

    • Fora do universo dos filmes – um enredo totalmente novo
    • A jornada desde as Forças Especiais até o MI6

    3. Gameplay Espiã

    Infiltração estilo “IO”:

    Escolha entre ação direta ou abordagem furtiva

    Gadgets icônicos:

    Relógio com lança-chamas

    Motonetas voadoras (sim, você pilotará uma!)

    Cenas cinematográficas:

    Perseguições em montanhas nevadas

    Combates em praias tropicais

    4. Personagens Clássicos

    • MQ e Miss Moneypenny estão de volta
    • Novos aliados (e vilões) exclusivos do jogo

  • Warhammer 40,000: Speed Freeks

    Warhammer 40,000: Speed Freeks

    Warhammer 40,000: Speed Freeks – Corrida Sangrenta no Universo 40K!

    Sinopse:
    Entre no caos motorizado do universo Warhammer 40K com Speed Freeks – um jogo de corrida e tiro multiplayer onde você pilota veículos customizados em batalhas velozes. Escolha seu carro, arme-se até os dentes e dispute em modos de jogo frenéticos cheios de explosões, tiros e muita… ORKARIA!


    DESTAQUES PRINCIPAIS

    1. Corrida + Tiro = Caos Garantido

    • 16 jogadores em pistas destruíveis repletas de armadilhas e armas
    • Combate sobre rodas: Use metralhadoras, lança-chamas e mísseis enquanto corre

    2. Modos de Jogo

    🏁 Deff Rally (Corrida da Morte):

    • Controle pontos estratégicos e seja o primeiro a cruzar a linha de chegada
    • “WAAAGH! Mode”: Ative turbos brutais ao preencher seu medidor

    💀 Kill Konvoy (Comboio Assassino):

    • Modo em equipe (8vs8)
    • Proteja seu STOMPA (robô gigante) e destrua o do inimigo

    3. Personalização ORK

    • 8 veículos únicos (de buggies a caminhões-monstro)
    • 100+ opções de customização:
    • Cores, adesivos, armas e peças mecânicas
    • Estilo “Made in WAAAGH!” com ferrugem, espinhos e… mais armas!

    4. Progressão WAAAGH!

    • Desbloqueie novos itens jogando (ou compre o Passe de Saque para recompensas exclusivas)
    • Moedas teef para upgrades malucos


    POR QUE JOGAR?

    ✅ Para fãs de Warhammer 40K – Todo o humor negro e violência dos Orks em alta velocidade
    ✅ Amantes de corrida caótica – Imagine Mad Max no universo 40K
    ✅ Viciados em customização – Seu veículo pode ser TÃO ORK quanto você quiser

  • Ghost of Yōtei

    Ghost of Yōtei

    Ghost of Yotei – A Vingança nas Terras Selvagens de Hokkaido

    Sinopse:
    Ghost of Yotei é um RPG de ação em mundo aberto ambientado no Japão feudal (século XVII), servindo como uma sequência independente do aclamado Ghost of Tsushima. Você assume o papel de Takeshi, uma guerreira Ainu que sobreviveu ao massacre de sua família pelo infame clã “Seis Lâminas de Yotei“. Agora, armada com novas técnicas de combate e movida por sede de justiça, ela explorará a selvagem Ezo (Hokkaido) em uma jornada de vingança e autodescoberta.


    MUNDO E HISTÓRIA

    • Ambientação única: Explore Hokkaido antes da colonização japonesa, com florestas virgens, vulcões e aldeias Ainu.
    • Trama emocional: A busca de Takeshi por vingança se transforma em uma reflexão sobre honra e perdão.
    • Vilões memoráveis: Derrote os Seis Lâminas de Yotei, cada um com habilidades únicas e motivações sombrias.


    JOGABILIDADE

    1. Mundo Aberto Dinâmico

    • Liberdade total: Escolha a ordem para caçar seus inimigos ou explore para:
    • Aprender técnicas com mestres de armas
    • Relaxar em onsens (fontes termais) para recuperar saúde
    • Pintar paisagens ou rezar em santuários para bônus

    2. Sistema de Combate Aprimorado

    Novas armas:

    • Ōdachi (espada longa para golpes pesados)
    • Kusarigama (corrente com foice para ataques à distância)
    • Dual Kodachi (espadas curtas para combos rápidos)
    • Estilo “Ghost 2.0”: Use táticas furtivas ou enfrente inimigos frontalmente com habilidades especiais.

    3. Detalhes que Imersam

    • Gráficos de tirar o fôlego: Neve que se acumula em roupas, auroras boreais e florestas que respondem ao vento (graças ao PS5).
    • Trilha sonora: Mistura de instrumentos tradicionais Ainu e orquestra épica.


    DIFERENCIAIS

    ✅ Cultura Ainu: Representação autêntica do povo indígena de Hokkaido.
    ✅ Narrativa madura: Tema sobre “vingança versus redenção”.
    ✅ Atividades secundárias profundas: Desde ajudar aldeias até domar cavalos selvagens.

    Plataforma: Exclusivo PlayStation 5
    Lançamento: 2025 (previsto)

    Prepare-se para uma jornada onde cada folha que cai conta uma história… e cada gota de sangue exige pagamento. 🍁⚔️
    – Nomes japoneses mantidos (ex: “onsen”) com explicações naturais
    – Termos de gameplay como “open world” traduzidos de forma acessível
    – Tom poético que combina com a atmosfera do jogo

  • Borderlands 4

    Borderlands 4

    Sinopse:
    Desenvolvido pela Gearbox Software e publicado pela 2KBorderlands 4 leva os jogadores ao planeta Kairos, dominado pelo tirano Dominus Temporis (o “Imperador do Tempo”). Escolha entre 4 novos Caçadores de Cofres e una-se à revolução para libertar Kairos – com muito loot, tiroteios e humor ácido da franquia!


    HISTÓRIA

    Kairos é um mundo isolado, onde o Imperador controla a população com implantes e um exército robótico. Tudo muda quando um satélite colide com o planeta, quebrando o “Domo do Tempo” do tirano. Agora, a resistência surge… e VOCÊ é a esperança deles!


    JOGABILIDADE

    1. Escolha Seu Caçador

    four personagens inéditos, cada um com:

    Habilidade especial única (ex: teletransporte temporal, armas biônicas)

    Árvore de habilidades customizável

    2. Combate Frenético

    Movimentação turbinada:

    Dê double jump, deslize, esquive e use ganchos para se locomover

    +1 BILHÃO de armas (sim, BILHÃO!) com efeitos malucos:

    Rifles que disparam ácido, escopetas com recuo zero, etc.

    3. Loot, Loot e Mais Loot!

    Saqueie inimigos, baús e missões para equipamentos épicos

    Sistema de fabricantes: Cada marca tem vantagens únicas (ex: Maliwan = dano elemental)

    4. Coop Ainda Melhor

    Jogue com amigos em:

    Modo divisão de tela (2 jogadores)

    Online (até 4 jogadores)

    Cross-play entre PS5, Xbox e PC

    5. Missões e Mundo Aberto

    Explore Kairos com:

    Missões principais (derrote o Imperador!)

    Side quests hilárias (como sempre em Borderlands)

    Inimigos aleatórios e eventos dinâmicos


    RECURSOS EXTRAS

    ✅ Level Scaling Dinâmico – Jogue com amigos de qualquer nível
    ✅ Dificuldade Ajustável – Do casual ao modo “Vault Hunter MASTER”
    ✅ Eventos Online – Desafios semanais com recompensas exclusivas


    POR QUE JOGAR?

    ✔️ Para fãs da série – Tudo que você ama, só que MAIOR
    ✔️ Amantes de loot shooters – Nunca canse de saquear
    ✔️ Quem curte coop – A zoeira em grupo nunca foi tão divertida

    Lançamento: Em breve | Plataformas: PS5, Xbox Series X/S, PC

    Prepare-se para o caos mais explosivo da galáxia! 💥🔫

  • Tile Blast – Triple Match

    Tile Blast – Triple Match

    Tile Blast – Triple Match – Um Viciante Jogo de Combinação e Eliminação!

    Como Jogar:
    👉 Combinação Tripla: Toque em 3 blocos iguais para eliminá-los do tabuleiro.
    👉 Colete Tudo: Sua missão é limpar TODOS os blocos para avançar de fase.
    👉 Desafios Especiais: Alguns blocos estão escondidos ou bloqueados – use estratégia para liberá-los!
    ⚠️ Cuidado com o Limite! O espaço na parte inferior é limitado – se encher, game over!
    🎁 Recompensas: Ganhe moedas e desbloqueie novas histórias ao completar as fases!

    Destaques do Jogo:
    🍯 Blocos de Mel: Elimine um e todos os blocos ao redor desaparecem!
    🧩 Fases Variadas: Dificuldade progressiva com obstáculos diferentes a cada nível.
    💡 Pensamento Rápido: Planeje seus movimentos para explodir combinações épicas!

    Perfeito para:
    ✔️ Fãs de puzzles
    ✔️ Quem adora desafios cerebrais
    ✔️ Jogadores casuais em busca de diversão rápida

  • Spanky’s Zombie Slayer

    Spanky’s Zombie Slayer

    Contra a Horda Zumbi, Você Não Só Sobrevive – Você Domina!

    E quem melhor para enfrentar os mortos-vivos do que Spanky? O cara é uma máquina de matar, esmagando monstros como se fossem moscas!

    A cada partida, você desbloqueia habilidades novas e absurdas, evoluindo até virar o Carniceiro Supremo! Vai sair por aí atirolando com escopetaesmagando tudo com uma dupla de canos ou soltando um esquadrão de cortadores de grama nos zumbis?

    A escolha é sua – o caos é garantido! 💀🔥

  • EA Sports FC Empires

    EA Sports FC Empires

    EA SPORTS FC Empires – O Jogo de Estratégia de Futebol para Mobile!

    Sinopse:
    EA SPORTS FC Empires é um jogo de estratégia futebolística feito para mobile, onde você constrói e gerencia seu próprio clube de futebol enquanto interage com outros jogadores. Crie seu time dos sonhos, explore um mapa global, entre em guildas e participe de eventos PvE e PvP!


    COMO JOGAR?

    关于EA Sports FC Empires的插图

    1. Gestão de Clube

    • Construa e personalize seu estádio, centros de treinamento e lojas para impulsionar seu clube.
    • Tome decisões estratégicas para desenvolver sua equipe e infraestrutura.

    2. Desenvolvimento de Jogadores

    • Escolha entre mais de 4.000 jogadores reais das principais ligas (Premier League, Bundesliga, La Liga, Serie A e Ligue 1).
    • Treine, evolua e crie o time dos sonhos com suas estrelas favoritas.

    3. Exploração Global

    • Navegue por um mapa-múndi interativo, descubra novos mercados e desafios.
    • Una-se a outros jogadores em guildas para dominar o futebol virtual juntos!

    4. Interação Social

    • Forme alianças, converse com amigos e compita em eventos cooperativos.
    • Troque jogadores, estratégias e dicas dentro do jogo.

    5. Modos PvE e PvP

    • Modo PvE: Enfrente desafios solo contra IA em partidas temáticas.
    • Modo PvP: Prove que seu clube é o melhor em batalhas contra outros jogadores!


    DESTAQUES

    ✅ Jogadores Reais – Mais de 4.000 atletas licenciados das maiores ligas do mundo.
    ✅ Decisões Estratégicas – Escolha formações, treinos e upgrades com sabedoria.
    ✅ Experiência Social – Junte-se a uma guilda, faça amigos e domine o mundo juntos.
    ✅ Variedade de Gameplay – Eventos PvE, torneios PvP e muito mais!


    RESUMO

    EA SPORTS FC Empires combina gestão esportiva, estratégia e interação social em um jogo mobile viciante. Construa seu império futebolístico, colecione estrelas do esporte e dispute seu lugar no topo!

    Plataformas: iOS e Android
    Estilo: Estratégia/Futebol

    Prepare-se para conquistar o mundo do futebol no seu bolso! ⚽📱

  • Donkey Kong Bananza 

    Donkey Kong Bananza 

    Donkey Kong Bananza – A Farra do Rei dos Macacos!

    Sinopse:
    A maior aventura do DK está prestes a começar! Em Donkey Kong Bananza, o gorila mais famoso dos videogames está de volta numa jornada cheia de ação, plataformas desafiadoras e… MUITAS BANANAS! Junte-se a DK, Diddy Kong, Dixie Kong e até o rabugento Cranky Kong numa aventura cooperativa pela Ilha DK, agora mais vibrante e cheia de segredos do que nunca!


    CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

    1. Plataformas Malucas e Cheias de Vida

    • Pule, balance e role por cenários coloridos e interativos, desde florestas tropicais até vulcões em erupção!
    • Cada personagem tem habilidades únicas: DK com seu socão poderoso, Diddy com seu jetpack, Dixie com saltos de cabelão e Cranky… bem, ele ataca com sarcasmo e bengala!

    2. Modo Cooperativo para 4 Jogadores (Local e Online)

    • A loucura em dobro (ou melhor, em quádruplo)! Jogue com até 3 amigos num modo cheio de zoeira.
    • Combos em equipe: Use seus amigos como escudo, arma ou até degrau pra pegar itens secretos!

    3. Coleção de Bananas e Power-Ups Doidos

    • Bananas agora valem ouro! Junte “Bananas Douradas” para desbloquear skins clássicas, fases secretas e personagens especiais.
    • Power-Ups insanos: Desde um “Tornado de Banana” que engole inimigos até o “Rugido do DK” que faz a tela tremer!

    4. Chefes Enormes e Inimigos Bizarros

    • Encare novos (e velhos conhecidos) vilões, incluindo o retorno do malandro King K. Rool com ataques novos!
    • Mecânicas de chefão únicas: Derrote um crocodilo robô num duelo musical ou fuja de um templo desabando enquanto luta contra um macaco mumificado!

    5. Modo Competitivo: “Guerra de Bananas”

    • Batalhe com 3 amigos em arenas temáticas pra ver quem junta mais bananas!
    • Itens traiçoeiros: Jogue cascas, roube bananas ou invoque um “Barril do Caos” pra virar o jogo!

    6. Surpresas e Nostalgia

    • Easter eggs escondidos referenciando clássicos como Donkey Kong Country e DK64.
    • Trilha sonora renovada com aquele ritmo selvagem que só os Kongs têm!

    POR QUE JOGAR?

    ✅ Pra fãs do DK – Tudo que você ama, só que mais zoado e cheio de banana!
    ✅ Pra quem curte zoeira em grupo – Diversão garantida (e umas facadas pelas bananas).
    ✅ Pra mestres dos plataformas – Fases difíceis e segredos pra quem tem coragem!

    Lançamento: Em Breve | Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation, Xbox, PC

    Prepare-se pra festa mais selvagem do reino dos Kong! 🍌🎮

  • Double Dragon Revive

    Double Dragon Revive

    “Double Dragon Revive” – O Retorno da Lenda do Beat ‘em Up!

    Sinopse:
    “Double Dragon Revive” é o mais novo capítulo da clássica série de jogos de ação side-scroller “Double Dragon”. Esta reinvenção moderna mantém a essência cooperativa original enquanto apresenta gráficos 3D de última geração, permitindo que os jogadores controlem os irmãos Billy e Jimmy Lee em combates épicos contra hordas de inimigos – agora com mecânicas de luta ainda mais profundas.

    Principais Características:

    Jogabilidade Clássica, Visual Moderno

    A icônica jogabilidade side-scroller da franquia agora com gráficos 3D detalhados

    Fidelidade à fórmula original com controles precisos e combate satisfatório

    Cooperativo Local e Online

    Modo cooperativo para 2 jogadores (tanto offline quanto online)

    Reviva a nostalgia das arcades com um amigo

    Sistema de Combate Aprimorado

    Movimentos especiais e golpes únicos para cada personagem

    Utilize armas recolhidas dos inimigos (bastões, facas, correntes)

    Novas mecânicas de “Wall Attack” (ataques contra paredes)

    Wall Crush – O Destaque do Combate

    Sistema inovador de ataques contra paredes

    Posicionamento tático para ativar golpes esmagadores

    Combos especiais exclusivos quando próximos a paredes

    Variedade de Ataques Especiais

    Cada personagem possui golpes especiais únicos

    Diferentes propriedades de ataque (alcance, dano, direção)

    Combos adaptáveis às situações de combate

    Armadilhas Interativas

    Cenários repletos de elementos perigosos

    Armadilhas ambientais letais (abismos, armadilhas móveis)

    Estratégia adicional para eliminar grupos de inimigos

    Detalhes Técnicos:

    • Estilo: Beat ‘em Up/Ação Side-Scroller
    • Plataformas: [A definir]
    • Desenvolvedor: [A definir]
    • Classificação: Indicativo +16 (violência moderada)

    Por Que Jogar?
    “Double Dragon Revive” oferece:
    ✓ A nostalgia dos arcades com gráficos modernos
    ✓ Sistema de combate profundo e satisfatório
    ✓ Replay value com diferentes táticas de combate
    ✓ Experiência cooperativa divertida

    Prepare-se para reviver a lenda com golpes mais impactantes, combos devastadores e muita ação cooperativa! O retorno dos irmãos Lee promete ser o mais explosivo até agora.

  • EA SPORTS FC 26 

    EA SPORTS FC 26 

    EA SPORTS anuncia Jude Bellingham e Jamal Musiala como estrelas da capa de FC 26 e FC Mobile com inovações baseadas no feedback da comunidade

    A Electronic Arts (EA) revelou que as jovens estrelas Jude Bellingham e Jamal Musiala serão os rostos das capas de EA SPORTS FC 26 e EA SPORTS FC Mobile, apresentando o primeiro gameplay em um novo trailer que destaca várias inovações inspiradas no feedback dos jogadores. O lançamento global está marcado para 26 de setembro de 2025.

    Bellingham e Musiala se juntam a Zlatan Ibrahimović – anteriormente anunciado como estrela da capa da Edição Ultimate – para liderar este novo capítulo da franquia FC, desenvolvido com base no feedback da comunidade. Após estrelar a capa no ano passado, Bellingham retorna, enquanto Musiala, seu ex-companheiro de seleção inglesa de base, se torna o primeiro jogador do Bayern de Munique a aparecer na capa global da série FC.

    Declarações das estrelas:

    “É incrível compartilhar este momento com o Jamal, refletindo nossa jornada. Lembro de jogarmos juntos quando éramos companheiros de quarto nas categorias de base da Inglaterra”, disse Jude Bellingham, meio-campista do Real Madrid. “Na minha cidade natal, todo mundo conhece e joga esse game. É uma honra estar na capa novamente.”

    “Fiquei extasiado quando soube que estaria na capa do FC. Minha primeira ideia foi: como contar ao meu irmão? Ele ama o jogo e vai pirar!”, comentou Jamal Musiala, do Bayern. “Sempre sonhei em estar na capa. Este jogo é parte da cultura do futebol. Quem sabe eu não consigo derrotar o Jude no FC?”


    EA SPORTS FC 26: Moldado pelo feedback dos jogadores

    Com uma jogabilidade repaginada e novos modos baseados nas sugestões da comunidade, as principais novidades incluem:

    1. Jogabilidade aprimorada:
      • Controle de dribles mais fluido e responsivo
      • Movimentação explosiva com curvas de corrida reajustadas
      • Inteligência artificial melhorada para goleiros
      • Animações realistas de colisões corporais
      • Novo sistema flexível de “Estilos de Jogo” e “Funções do Jogador”
    2. Modos Autêntico e Competitivo:
      • Modo Competitivo: Otimizado para FUT e Modo Carreira, com maior consistência e tempo de resposta
      • Modo Autêntico: Experiência realista para o Modo Carreira
    3. Modo Carreira de Treinador revolucionário:
      • Desafios dinâmicos com diferentes durações
      • Cenários baseados no futebol real
      • Integração com o modo “Ponto de Partida ao Vivo”
    4. Atitudes (Novidade no FC 26):
      • Habilidades inspiradas em lendas para personalizar jogadores no Modo Carreira
      • “Talentos de Atitude” para destacar características únicas
    5. Novos eventos ao vivo e torneios:
      • Teste seu time ideal no FUT com modos inéditos
      • Experiências renovadas em “Rivals” e “Champs”
    6. Realismo incomparável:
      • 20.000+ jogadores licenciados
      • 750+ clubes e seleções
      • 120+ estádios
      • 35+ ligas oficiais

    Compromisso com a comunidade

    “O FC 26 reflete nosso compromisso de construir o jogo junto com os fãs”, afirmou John Shepherd, VP e GM da EA SPORTS FC. “Somos jogadores também, e essa paixão nos guia. As inovações deste ano – desde a jogabilidade até os novos modos – vão redefinir a experiência. Mal podemos esperar para setembro!”

    Para ampliar a participação dos fãs, a EA lançou o programa FC Feedback, com:

    • Portal de feedback dos jogadores
    • Conselhos de design comunitários
    • Canais no Discord, fóruns e redes sociais

    Bônus no FC Mobile

    De 17 a 31 de julho, jogadores do FC Mobile receberão cards especiais de Bellingham e Musiala (OVR 102). No dia 17, Zlatan Ibrahimović retorna como Superstar, com um modo especial que revive seus momentos lendários. Atualizações recentes no modo Rivals trouxeram passes rasteiros e ataques mais realistas, melhorando a experiência competitiva.

  • Ananta

    Ananta

    “Ananta: Infinity” é um RPG de aventura em mundo aberto com ambientação urbana, onde os jogadores assumem o papel de investigadores do Departamento de Contramedidas a Anomalias Misturadas (A.C.D.), explorando mistérios sobrenaturais na cidade de Neo Qi. O jogo enfatiza exploração livre, ambientes dinâmicos e combate cinematográfico, permitindo que os jogadores interajam com diversos personagens, explorem cidades diferentes e utilizem elementos do ambiente nas batalhas.


    Visão Geral do Jogo

    História e Ambientação

    Ambientado em uma cidade repleta de fenômenos sobrenaturais, os jogadores assumem o papel de investigadores de elite da A.C.D., encarregados de resolver incidentes misteriosos e ameaças.

    O jogo apresenta múltiplas cidades distintas, cada uma com estética e temas únicos — como praias, parques, fábricas e muito mais — oferecendo experiências variadas de exploração.

    Com um estilo de arte anime em cel-shading, o jogo possui um ciclo de dia e noite, NPCs animados e encontros hostis. Os jogadores podem interagir com objetos do ambiente, usando-os até mesmo estrategicamente em combate.


    Principais Características

    Exploração em Mundo Aberto

    • Explore livremente Neo Qi, mergulhando em suas paisagens urbanas vibrantes.
    • Viaje entre diferentes cidades, cada uma com sua própria atmosfera e segredos.

    Ambientes Dinâmicos

    • O mundo reage às ações do jogador — corridas em paredes, parkour, deslizes e muito mais aprimoram a movimentação.
    • Objetos interativos podem ser usados em quebra-cabeças ou como vantagens em combate.

    Combate Cinematográfico

    • Envolva-se em batalhas rápidas e estratégicas com interações ambientais.
    • Use o terreno e objetos para superar inimigos em lutas cheias de ação e estilo.

    Personagens e Companheiros

    • Recrute aliados com superpoderes únicos, cada um com sua própria história e habilidades.
    • Forme uma equipe para enfrentar desafios e desvendar os mistérios da cidade juntos.

    Atividades Diversificadas

    • Participe de festas animadas no Sonic Burst.
    • Visite a enigmática Biblioteca Ossodebaleia.
    • Explore o vanguardista Museu de Arte Evan.
    • Viva a fantasia urbana — faça amigos, descubra histórias secundárias e aproveite o caos da cidade.

    Jogabilidade

    • Explore livremente, interaja com NPCs e complete missões para desvendar a verdade por trás do colapso do mundo.
    • Combate em equipe: Combine habilidades de personagens e táticas ambientais para superar ameaças.
    • Viva a fantasia urbana: Experimente encontros de fim de semana, forme laços e encontre alegria em um mundo à beira do colapso.

    Conclusão

    Ananta: Infinity oferece uma experiência vibrante e livre em mundo aberto, combinando aventura urbana, combate dinâmico e narrativa rica. Seja lutando contra forças sobrenaturais ou apenas aproveitando a vida na cidade, os jogadores encontrarão diversão sem fim neste mundo caótico e cheio de vida.

  • Introdução do Jogo Once Human

    Introdução do Jogo Once Human

    “Once Human” é um jogo gratuito de sobrevivência em mundo aberto com elementos sobrenaturais, com suporte para crossplay entre PC e dispositivos móveis. Os jogadores irão explorar um mundo pós-apocalíptico repleto de fenômenos bizarros e sobrenaturais, colaborando com amigos para coletar recursos, construir bases, combater mutantes e desvendar a verdade por trás do colapso da civilização.

    Destaques do jogo:

    Mundo único:
    O jogo se passa em um cenário pós-apocalíptico onde o sobrenatural e a ciência se entrelaçam, oferecendo uma experiência distinta de sobrevivência em um mundo aberto repleto de distorções e mistérios.

    Jogabilidade de sobrevivência com alta liberdade:
    Com um vasto mapa de mundo aberto, os jogadores podem explorar livremente, coletar recursos, construir bases e interagir com outros sobreviventes — formando alianças ou até mesmo saqueando inimigos.

    Conteúdo diversificado:
    Além da sobrevivência e construção, o jogo inclui uma narrativa rica, masmorras, progressão de personagem e outros elementos que atendem a diferentes estilos de jogabilidade.

    Cooperativo multiplayer:
    Junte-se a amigos para enfrentar desafios, como combater mutantes, disputar recursos e muito mais, aumentando a interatividade e a diversão.

    Crossplay entre plataformas:
    Com suporte para PC e celular, os jogadores podem entrar no jogo a qualquer momento e lugar, desfrutando da experiência pós-apocalíptica com seus amigos.

    Em resumoOnce Human oferece uma experiência imersiva de sobrevivência no fim do mundo, combinando um universo único, liberdade de gameplay, conteúdo diversificado e modos cooperativos.

  •  Wuchang: Fallen Feathers

     Wuchang: Fallen Feathers

    Um dos destaques desta semana é Wuchang: Fallen Feathers, o jogo de RPG de ação da Leenzee será lançado em 24 de julho para PS5, Xbox Series e PC. Quem joga no PC pode adquirir o game com desconto na pré-venda via Nuuvem.

    WUCHANG: Fallen Feathers é um RPG de ação no estilo soulslike ambientado durante o final sombrio e conturbado da dinastia Ming, na terra de Shu, um lugar atormentado por facções em guerra e uma doença misteriosa que gera criaturas monstruosas.

    Assuma o papel de Wuchang, uma pirata habilidosa e sem memórias que deve navegar pelas incertezas de seu passado misterioso enquanto sofre os efeitos da terrível doença da Ornitropia. Explore as profundezas de Shu, melhore seu arsenal e domine novas habilidades coletadas dos inimigos derrotados.

    Evolua seu estilo de luta sacrificando o misterioso Mercúrio Vermelho e desenvolva novas técnicas obtidas em sua jornada repleta de ação. Melhore suas armas com encantamentos poderosos e encontre abordagens e estratégias que combinem com seu estilo pessoal.

    Um pouco mais sobre WUCHANG Fallen Feathers

    Enfrente monstros grotescos, recorrendo a antigos conhecimentos para enfrentar a escuridão que ameaça o restante da humanidade. Sua busca pela verdade levará você a templos antigos, ruínas tomadas pela natureza e caminhos sombrios repletos de perigos.

    Enquanto você reúne as memórias perdidas de Wuchang, suas escolhas conduzirão você a vários finais diferentes, determinados pelas decisões que você toma, os segredos que desvenda e os aliados em quem decide confiar.

    Mergulhe em uma aventura inesquecível com uma história profunda, um sistema de combate dinâmico e visuais de encher os olhos em uma terra assolada pelo caos e pela morte.